{"id":104390,"date":"2023-10-30T17:43:06","date_gmt":"2023-10-30T20:43:06","guid":{"rendered":"https:\/\/vestibulares.estrategia.com\/portal\/?p=104390"},"modified":"2024-01-23T16:19:01","modified_gmt":"2024-01-23T19:19:01","slug":"terceira-geracao-romantica","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/vestibulares.estrategia.com\/portal\/materias\/literatura\/terceira-geracao-romantica\/","title":{"rendered":"Terceira Gera\u00e7\u00e3o Rom\u00e2ntica: contexto, caracter\u00edsticas e autores"},"content":{"rendered":"<p>O Romantismo est&aacute; entre as correntes liter&aacute;rias mais famosas, marcado por profunda idealiza&ccedil;&atilde;o e temas como o amor. Entretanto, h&aacute; diferentes fases dentro do Romantismo, que s&atilde;o agrupadas conforme as caracter&iacute;sticas est&eacute;ticas e tem&aacute;ticas da obra. Neste artigo, aprenda sobre a Terceira Gera&ccedil;&atilde;o Rom&acirc;ntica no Brasil, com seus aspectos principais.&nbsp;<div id=\"ez-toc-container\" class=\"ez-toc-v2_0_76 counter-hierarchy ez-toc-counter ez-toc-transparent ez-toc-container-direction\">\n<div class=\"ez-toc-title-container\"><p class=\"ez-toc-title\" style=\"cursor:inherit\">Navegue pelo conte\u00fado<\/p>\n<\/div><nav><ul class='ez-toc-list ez-toc-list-level-1 ' ><li class='ez-toc-page-1 ez-toc-heading-level-2'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-1\" href=\"https:\/\/vestibulares.estrategia.com\/portal\/materias\/literatura\/terceira-geracao-romantica\/#Contexto-historico-da-Terceira-Geracao-Romantica\" >Contexto hist&oacute;rico da Terceira Gera&ccedil;&atilde;o Rom&acirc;ntica<\/a><\/li><li class='ez-toc-page-1 ez-toc-heading-level-2'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-2\" href=\"https:\/\/vestibulares.estrategia.com\/portal\/materias\/literatura\/terceira-geracao-romantica\/#Caracteristicas-da-Terceira-Geracao-Romantica\" >Caracter&iacute;sticas da Terceira Gera&ccedil;&atilde;o Rom&acirc;ntica<\/a><\/li><li class='ez-toc-page-1 ez-toc-heading-level-2'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-3\" href=\"https:\/\/vestibulares.estrategia.com\/portal\/materias\/literatura\/terceira-geracao-romantica\/#Autores-da-Terceira-Geracao-Romantica\" >Autores da Terceira Gera&ccedil;&atilde;o Rom&acirc;ntica<\/a><\/li><li class='ez-toc-page-1 ez-toc-heading-level-2'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-4\" href=\"https:\/\/vestibulares.estrategia.com\/portal\/materias\/literatura\/terceira-geracao-romantica\/#Questao-sobre-a-Terceira-Geracao-Romantica\" >Quest&atilde;o sobre a Terceira Gera&ccedil;&atilde;o Rom&acirc;ntica<\/a><\/li><li class='ez-toc-page-1 ez-toc-heading-level-2'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-5\" href=\"https:\/\/vestibulares.estrategia.com\/portal\/materias\/literatura\/terceira-geracao-romantica\/#Estude-para-as-provas-com-a-Coruja\" >Estude para as provas com a Coruja!<\/a><\/li><\/ul><\/nav><\/div>\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-contexto-historico-da-terceira-geracao-romantica\"><span class=\"ez-toc-section\" id=\"Contexto-historico-da-Terceira-Geracao-Romantica\"><\/span>Contexto hist&oacute;rico da Terceira Gera&ccedil;&atilde;o Rom&acirc;ntica<span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h2><p>A Terceira Gera&ccedil;&atilde;o Rom&acirc;ntica, no Brasil, desenvolveu-se entre os anos de 1870 e 1880. Nesse per&iacute;odo hist&oacute;rico, o Brasil j&aacute; era uma na&ccedil;&atilde;o independente e estava em pleno desenvolvimento. A principal for&ccedil;a motriz para o crescimento da economia era o caf&eacute;.<\/p><p>Para isso, grande parte das fazendas cafeicultoras utilizavam a m&atilde;o de obra escrava. Historicamente, os ind&iacute;genas resistiram vorazmente &agrave; escraviza&ccedil;&atilde;o, mas o tr&aacute;fico negreiro estava a todo vapor como parte da m&aacute;quina do caf&eacute; brasileiro.&nbsp;<\/p><p>Nesse contexto, surgem as obras da Terceira Gera&ccedil;&atilde;o Rom&acirc;nticas. Os poetas n&atilde;o concordavam com as pr&aacute;ticas pol&iacute;ticas e sociais implementadas e as criticavam em seus textos. A luta pela liberdade negra era t&atilde;o intensa que essa corrente liter&aacute;ria &eacute; conhecida como Gera&ccedil;&atilde;o Condoreira, em semelhan&ccedil;a ao Condor, uma ave que era s&iacute;mbolo da liberdade.<\/p><p>O simbolismo entre a ave e a liberta&ccedil;&atilde;o foi criado pelo autor franc&ecirc;s Victor Hugo. Ele tamb&eacute;m manifestava fortes cr&iacute;ticas sociais &agrave; na&ccedil;&atilde;o francesa e as representava em seus textos, a exemplo da famosa obra &ldquo;Os Miser&aacute;veis&rdquo;, que aborda desigualdade e injusti&ccedil;a social. A semelhan&ccedil;a entre os autores brasileiros e as tem&aacute;ticas do escritor franc&ecirc;s tamb&eacute;m atribui o nome de &ldquo;Gera&ccedil;&atilde;o Hugoana&rdquo; para a Terceira Fase do Romantismo.<\/p><h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-caracteristicas-da-terceira-geracao-romantica\"><span class=\"ez-toc-section\" id=\"Caracteristicas-da-Terceira-Geracao-Romantica\"><\/span>Caracter&iacute;sticas da Terceira Gera&ccedil;&atilde;o Rom&acirc;ntica<span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h2><h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-engajamento-social\">Engajamento social<\/h3><p>O <a href=\"https:\/\/vestibulares.estrategia.com\/portal\/materias\/literatura\/romantismo\/\" target=\"_blank\">Romantismo <\/a>teve uma trajet&oacute;ria bem definida no Brasil: os poetas da primeira fase enfatizavam o nacionalismo e a identidade cultural brasileira, o segundo grupo se alienou completamente &agrave;s quest&otilde;es pol&iacute;ticas e sociais e, na Terceira Gera&ccedil;&atilde;o Rom&acirc;ntica, surge novamente uma &ldquo;chama social&rdquo;.<\/p><p>Ent&atilde;o, diferentemente de seus antecessores, os autores da terceira fase tinham um completo engajamento com a sociedade, tecendo cr&iacute;ticas ferrenhas contra a <a href=\"https:\/\/vestibulares.estrategia.com\/portal\/materias\/historia\/herancas-da-escravidao-na-primeira-republica\/\" target=\"_blank\">estrutura escravista<\/a>, com consci&ecirc;ncia sobre o cen&aacute;rio pol&iacute;tico-social do Brasil da &eacute;poca.<\/p><p>A inten&ccedil;&atilde;o do grupo era que suas obras atingissem n&atilde;o somente a elite, mas tamb&eacute;m as pessoas que tivessem acesso &agrave;s publica&ccedil;&otilde;es mais populares, como os impressos di&aacute;rios. Os escritos eram como grandes convites &agrave; luta antiescravista e outros embates sociopol&iacute;ticos.<\/p><p>Por isso, as <a href=\"https:\/\/vestibulares.estrategia.com\/portal\/materias\/literatura\/poesia\/\" target=\"_blank\">poesias <\/a>condoreiras eram compostas com o objetivo de serem lidas em voz alta, ao p&uacute;blico, chamando aten&ccedil;&atilde;o e em tom de convoca&ccedil;&atilde;o. Inclusive, algumas delas traziam a tem&aacute;tica republicana, como instrumento de difundir esse sistema pol&iacute;tico na sociedade.&nbsp;<\/p><p>Inclusive, h&aacute; rela&ccedil;&atilde;o da Terceira Gera&ccedil;&atilde;o Rom&acirc;ntica com intelectuais revolucion&aacute;rios do s&eacute;culo XIX, como Jos&eacute; do Patroc&iacute;nio, Joaquim Nabuco e Lu&iacute;s da Gama. Todos envolvidos na defesa do <a href=\"https:\/\/vestibulares.estrategia.com\/portal\/materias\/historia\/consolidacao-da-republica-no-brasil\/\" target=\"_blank\">republicanismo <\/a>e\/ou abolicionismo.<\/p><h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-liberdade\">Liberdade<\/h3><p>&Eacute; preciso manter em mente o s&iacute;mbolo do condor, ou seja, os textos tinham um car&aacute;ter libert&aacute;rio. Os autores tinham uma intencionalidade em estabelecer a liberdade dentro da sociedade, conforme os padr&otilde;es da &eacute;poca. Inclusive, h&aacute; ind&iacute;cios de que eles tinham inclina&ccedil;&otilde;es positivistas, acreditando na evolu&ccedil;&atilde;o da sociedade em est&aacute;gios, como prop&ocirc;s <a href=\"https:\/\/vestibulares.estrategia.com\/portal\/materias\/sociologia\/pensadores-da-sociologia\/\" target=\"_blank\">Auguste Comte<\/a>.&nbsp;<\/p><h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-amor-possivel-e-erotismo\">Amor poss&iacute;vel e erotismo<\/h3><p>Nas tem&aacute;ticas amorosas, os textos hugoanos consideravam o amor como algo tang&iacute;vel, abandonando a ideia da Segunda Gera&ccedil;&atilde;o de que as rela&ccedil;&otilde;es amorosas s&atilde;o ut&oacute;picas. Um ponto importante entre os condoreiros &eacute; a tend&ecirc;ncia pela descri&ccedil;&atilde;o idealizada e erotizada, sensualidade que n&atilde;o aparece nas fases anteriores.&nbsp;<\/p><h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-estetica-literaria-nbsp\">Est&eacute;tica liter&aacute;ria&nbsp;<\/h3><p>A Terceira Gera&ccedil;&atilde;o Rom&acirc;ntica apresenta uma preocupa&ccedil;&atilde;o formal mais marcante do que nas outras fases do <a href=\"https:\/\/www.youtube.com\/watch?v=zFG6oTf_CZ0&amp;pp=ygUacm9tYW50aXNtbyBlc3RyYXRlZ2lhIHZlc3Q%3D\" target=\"_blank\">romantismo <\/a>brasileiro. Acredita-se que muitos autores eram simpatizantes do <a href=\"https:\/\/vestibulares.estrategia.com\/portal\/materias\/literatura\/parnasianismo\/\" target=\"_blank\">Parnasianismo <\/a>e isso influenciou na estrutura da escrita rom&acirc;ntica.<\/p><h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-autores-da-terceira-geracao-romantica\"><span class=\"ez-toc-section\" id=\"Autores-da-Terceira-Geracao-Romantica\"><\/span>Autores da Terceira Gera&ccedil;&atilde;o Rom&acirc;ntica<span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h2><h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-castro-alves-1847-1871\">Castro Alves (1847-1871)<\/h3><p>Ant&ocirc;nio Frederico Castro Alves &eacute; o autor considerado como representante da literatura condoreira no Brasil. Foi um poeta baiano que teve um grande engajamento na quest&atilde;o abolicionista do s&eacute;culo XIX, tanto que ficou conhecido como &ldquo;o poeta dos escravos&rdquo;.<\/p><p>A maior parte de suas obras s&atilde;o voltadas para essa tem&aacute;tica, embora tamb&eacute;m tenha escrito textos de amor, que n&atilde;o ganharam tanta notoriedade quanto aquelas de cunho pol&iacute;tico e social. Sua trajet&oacute;ria na literatura foi relativamente curta, porque o escritor faleceu aos 24 anos, contaminado pela micobact&eacute;ria que causa tuberculose.<\/p><p>Suas obras mais marcantes s&atilde;o Espumas flutuantes (1870), Gonzaga, ou A Revolu&ccedil;&atilde;o de Minas (1875), A Cachoeira de Paulo Afonso (1876), O Navio Negreiro (1880) e Os Escravos (1883).&nbsp;<\/p><h4 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-navio-negreiro\">Navio negreiro<\/h4><p>Uma de suas obras mais not&oacute;rias &eacute; &ldquo;O Navio Negreiro&rdquo;, que &eacute; um poema criado para retratar a realidade de pessoas que foram traficadas da &Aacute;frica e escravizadas nas fazendas de caf&eacute; do Brasil do s&eacute;culo XIX. Veja um trecho dessa obra que impactou os leitores da &eacute;poca:<\/p><p class=\"has-text-align-center\"><em>&ldquo; Era um sonho dantesco&hellip; o tombadilho<\/em><\/p><p class=\"has-text-align-center\"><em>Que das luzernas avermelha o brilho.<\/em><\/p><p class=\"has-text-align-center\"><em>Em sangue a se banhar.<\/em><\/p><p class=\"has-text-align-center\"><em>Tinir de ferros&hellip; estalar de a&ccedil;oite&hellip;<\/em><\/p><p class=\"has-text-align-center\"><em>Legi&otilde;es de homens negros como a noite,<\/em><\/p><p class=\"has-text-align-center\"><em>Horrendos a dan&ccedil;ar&hellip;<\/em><\/p><p class=\"has-text-align-center\"><em>Negras mulheres, suspendendo &agrave;s tetas<\/em><\/p><p class=\"has-text-align-center\"><em>Magras crian&ccedil;as, cujas bocas pretas<\/em><\/p><p class=\"has-text-align-center\"><em>Rega o sangue das m&atilde;es:<\/em><\/p><p class=\"has-text-align-center\"><em>Outras mo&ccedil;as, mas nuas e espantadas,<\/em><\/p><p class=\"has-text-align-center\"><em>No turbilh&atilde;o de espectros arrastadas,<\/em><\/p><p class=\"has-text-align-center\"><em>Em &acirc;nsia e m&aacute;goa v&atilde;s!<\/em><\/p><p class=\"has-text-align-center\"><em>E ri-se a orquestra ir&ocirc;nica, estridente&hellip;<\/em><\/p><p class=\"has-text-align-center\"><em>E da ronda fant&aacute;stica a serpente<\/em><\/p><p class=\"has-text-align-center\"><em>Faz doudas espirais &hellip;<\/em><\/p><p class=\"has-text-align-center\"><em>Se o velho arqueja, se no ch&atilde;o resvala,<\/em><\/p><p class=\"has-text-align-center\"><em>Ouvem-se gritos&hellip; o chicote estala.<\/em><\/p><p class=\"has-text-align-center\"><em>E voam mais e mais&hellip;<\/em><\/p><p class=\"has-text-align-center\"><em>Presa nos elos de uma s&oacute; cadeia,<\/em><\/p><p class=\"has-text-align-center\"><em>A multid&atilde;o faminta cambaleia,<\/em><\/p><p class=\"has-text-align-center\"><em>E chora e dan&ccedil;a ali!<\/em><\/p><p class=\"has-text-align-center\"><em>Um de raiva delira, outro enlouquece,<\/em><\/p><p class=\"has-text-align-center\"><em>Outro, que mart&iacute;rios embrutece,<\/em><\/p><p class=\"has-text-align-center\"><em>Cantando, geme e ri!<\/em><\/p><p class=\"has-text-align-center\"><em>No entanto o capit&atilde;o manda a manobra,<\/em><\/p><p class=\"has-text-align-center\"><em>E ap&oacute;s fitando o c&eacute;u que se desdobra,<\/em><\/p><p class=\"has-text-align-center\"><em>T&atilde;o puro sobre o mar,<\/em><\/p><p class=\"has-text-align-center\"><em>Diz do fumo entre os densos nevoeiros:<\/em><\/p><p class=\"has-text-align-center\"><em>&ldquo;Vibrai rijo o chicote, marinheiros!<\/em><\/p><p class=\"has-text-align-center\"><em>Fazei-os mais dan&ccedil;ar!..&rdquo; &rdquo;<\/em><\/p><h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-joaquim-nabuco-1849-1910\">Joaquim Nabuco (1849-1910)<\/h3><p>Joaquim Aur&eacute;lio Barreto Nabuco de Ara&uacute;jo &eacute; um autor da Terceira Gera&ccedil;&atilde;o Rom&acirc;ntica que nasceu na cidade de Recife, no estado de Pernambuco. Al&eacute;m de poeta, tamb&eacute;m era pol&iacute;tico e jornalista, com relev&acirc;ncia na luta abolicionista do pa&iacute;s.<\/p><p>Ele &eacute; contado entre os maiores porta-vozes do movimento antiescravista do Brasil, inclusive criou a Sociedade Anti escravid&atilde;o Brasileira, no ano de 1880. Parte de sua luta nasceu ainda em sua inf&acirc;ncia, porque ele conviveu nos engenhos por muito tempo, onde observava o tratamento e comportamento adquirido naquele ambiente. Quando adulto, percebeu que n&atilde;o concordava com a pr&aacute;tica e se engajou nas lutas sociais.&nbsp;<\/p><p>Suas principais obras s&atilde;o&nbsp; Cam&otilde;es e os Lus&iacute;adas (1872), O Abolicionismo (1883), Campanha abolicionista no Recife (1885), O Erro do Imperador (1886), Escravos (1886), entre outras.<\/p><h4 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-o-abolicionismo-nbsp\">O Abolicionismo&nbsp;<\/h4><p>As obras de Nabuco tinham um car&aacute;ter argumentativo, veja um trecho de seu livro &ldquo;O Abolicionismo&rdquo;:<\/p><p class=\"has-text-align-center\"><em>&ldquo;Nesse sentido, deve-se dizer que o abolicionista &eacute; o advogado gratuito<\/em> <em>de duas classes sociais que, de outra forma, n&atilde;o teriam meios de reivindicar os seus direitos,<\/em> <em>nem consci&ecirc;ncia deles. Essas classes s&atilde;o: os escravos e os ing&ecirc;nuos. Os motivos pelos quais<\/em> <em>essa procura&ccedil;&atilde;o t&aacute;cita imp&otilde;em-nos uma obriga&ccedil;&atilde;o irrenunci&aacute;vel n&atilde;o s&atilde;o puramente &ndash; para<\/em> <em>muitos n&atilde;o s&atilde;o mesmo principalmente &ndash; motivos de humanidade, compaix&atilde;o e defesa<\/em> <em>generosa do fraco e do oprimido.&rdquo;<\/em><\/p><p>Neste outro trecho o autor discorre sobre a propaganda abolicionista, relatando quem deve se engajar e ser atingido pelo movimento. Al&eacute;m disso, cita nomes de estudiosos que tamb&eacute;m participaram do antiescravismo em outros pa&iacute;ses.<\/p><p class=\"has-text-align-center\"><em>&ldquo;A propaganda abolicionista, com efeito, n&atilde;o se dirige aos escravos. Seria uma<\/em> <em>covardia, inepta e criminosa, e, al&eacute;m disso um suic&iacute;dio pol&iacute;tico para o partido abolicionista,<\/em> <em>incitar &agrave; insurrei&ccedil;&atilde;o, ou ao crime, homens sem defesa, e que a lei de Lynch, ou a justi&ccedil;a<\/em> <em>p&uacute;blica, imediatamente haveria de esmagar. <\/em><br><em>Covardia, porque seria expor outros a perigos que<\/em> <em>o provocador n&atilde;o correria com eles; in&eacute;pcia, porque todos os fatos dessa natureza dariam<\/em> <em>como &uacute;nico resultado para o escravo a agrava&ccedil;&atilde;o do seu cativeiro; crime, porque seria fazer<\/em> <em>os inocentes sofrerem pelos culpados. al&eacute;m da cumplicidade que cabe ao que induz outrem a<\/em> <em>cometer um crime; suic&iacute;dio pol&iacute;tico, porque a na&ccedil;&atilde;o inteira &ndash; vendo uma classe, e essa a mais<\/em> <em>influente e poderosa do Estado, exposta &agrave; vindita b&aacute;rbara e selvagem de uma popula&ccedil;&atilde;o<\/em> <em>mantida at&eacute; hoje ao n&iacute;vel dos animais e cujas paix&otilde;es, quebrado o freio do medo, n&atilde;o<\/em> <em>conheceriam limites no modo de satisfazer-se &ndash; pensaria que a necessidade urgente era salvar<\/em> <em>a sociedade a todo o custo por um exemplo tremendo, e este seria o sinal de morte do<\/em> <em>abolicionismo de Wilbeforce, Lamartine, e Garrison, que &eacute; o nosso, e do come&ccedil;o do<\/em> <em>abolicionismo de Catilina ou de Esp&aacute;rtaco, ou de John Brown.&rdquo;<\/em><\/p><h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-sousandrade-1833-1902\">Sous&acirc;ndrade (1833-1902)<\/h3><p>Joaquim de Sousa Andrade, mais conhecido como Sous&acirc;ndrade, &eacute; um escritor e poeta brasileiro que tamb&eacute;m engajou-se nas tem&aacute;ticas da Terceira Gera&ccedil;&atilde;o Rom&acirc;ntica. Maranhense e formado na Fran&ccedil;a, ele defendia ideias abolicionistas e republicanas, de encontro com v&aacute;rios de seus contempor&acirc;neos.&nbsp;<\/p><p>Seu instinto pol&iacute;tico era marcante a ponto de ser prefeito da capital maranhense, S&atilde;o Lu&iacute;s. Inclusive, ele criou o design da bandeira do Maranh&atilde;o, que persiste at&eacute; os dias atuais. O desenho abrange sua preocupa&ccedil;&atilde;o social, por que as tr&ecirc;s cores (azul, branco e vermelho) foram inseridas intencionalmente para representar as diversas etnias que constituem o estado.&nbsp;<\/p><p>Suas obras possu&iacute;am aspectos t&iacute;picos e, por isso, tamb&eacute;m s&atilde;o precursoras do modernismo que surgiria algumas d&eacute;cadas depois. Entre elas podemos destacar &ldquo;Harpas Selvagens&rdquo; (1857), &ldquo;O Guesa Errante&rdquo; (1884) e &ldquo;Harpa de Ouro&rdquo; (1889).<\/p><h4 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-o-guesa-errante-nbsp\">O Guesa Errante&nbsp;<\/h4><p>Nessa obra de not&oacute;ria import&acirc;ncia hist&oacute;rica, o autor descreve um enredo para exemplificar a acultura&ccedil;&atilde;o e dificuldades enfrentadas pelos ind&iacute;genas na ocasi&atilde;o de encontro com os europeus. Diferentemente de seus colegas rom&acirc;nticos da Primeira Gera&ccedil;&atilde;o, que idealizavam um encontro mitol&oacute;gico entre brancos e &iacute;ndios. Acompanhe um trecho do poema:<\/p><p class=\"has-text-align-center\"><em>&ldquo;Sem as sombras dos reis filhos de Manco,<\/em><\/p><p class=\"has-text-align-center\"><em>Viu-se&hellip; (que tinham feito? e pouco havia<\/em><\/p><p class=\"has-text-align-center\"><em>A Fazer-se&hellip;) num leito puro e branco<\/em><\/p><p class=\"has-text-align-center\"><em>A corrup&ccedil;&atilde;o, que os bra&ccedil;os estendia!<\/em><\/p><p class=\"has-text-align-center\"><em>&ldquo;E da exist&ecirc;ncia meiga, afortunada,<\/em><\/p><p class=\"has-text-align-center\"><em>O r&oacute;seo fio nesse albor ameno<\/em><\/p><p class=\"has-text-align-center\"><em>Foi destru&iacute;do. Como ensaguentada<\/em><\/p><p class=\"has-text-align-center\"><em>A terra fez sorrir ao c&eacute;u sereno!<\/em><\/p><p class=\"has-text-align-center\"><em>&ldquo;Foi tal a maldi&ccedil;&atilde;o dos que ca&iacute;dos<\/em><\/p><p class=\"has-text-align-center\"><em>Morderam dessa m&atilde;e querida o seio,<\/em><\/p><p class=\"has-text-align-center\"><em>A contrair-se aos beijos, denegridos,<\/em><\/p><p class=\"has-text-align-center\"><em>O desespero se imprimi-los veio, &ndash;<\/em><\/p><p class=\"has-text-align-center\"><em>&ldquo;Que ressentiu-se verdejante e v&aacute;lido,<\/em><\/p><p class=\"has-text-align-center\"><em>O florip&ocirc;ndio em flor; e quando o vento<\/em><\/p><p class=\"has-text-align-center\"><em>Mugindo estorce-o doloroso, p&aacute;lido,<\/em><\/p><p class=\"has-text-align-center\"><em>Gemidos se ouvem no amplo firmamento!<\/em><\/p><p class=\"has-text-align-center\"><em>&ldquo;E o sol, que resplandece na montanha<\/em><\/p><p class=\"has-text-align-center\"><em>As noivas n&atilde;o encontra, n&atilde;o se abra&ccedil;am<\/em><\/p><p class=\"has-text-align-center\"><em>No puro amor; e os fanfarr&otilde;es d&rsquo;Espanha,<\/em><\/p><p class=\"has-text-align-center\"><em>Em sangue ed&ecirc;neo os p&eacute;s lavando, passam.&rdquo;<\/em><\/p><p>+ Veja mais: <a href=\"https:\/\/vestibulares.estrategia.com\/portal\/materias\/historia\/6-leis-sobre-escravidao-sancionadas-antes-da-lei-aurea\/\" target=\"_blank\">6 leis sobre escravid&atilde;o sancionadas antes da Lei &Aacute;urea<\/a><\/p><h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-questao-sobre-a-terceira-geracao-romantica\"><span class=\"ez-toc-section\" id=\"Questao-sobre-a-Terceira-Geracao-Romantica\"><\/span>Quest&atilde;o sobre a Terceira Gera&ccedil;&atilde;o Rom&acirc;ntica<span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h2><p>(Enem\/2020)<\/p><p class=\"has-text-align-center\"><strong>O la&ccedil;o de fita<\/strong><\/p><p class=\"has-text-align-center\">N&atilde;o sabes, crian&ccedil;a? &lsquo;Stou louco de amores&hellip;<\/p><p class=\"has-text-align-center\">Prendi meus afetos, formosa Pepita.<\/p><p class=\"has-text-align-center\">Mas onde? No templo, no espa&ccedil;o, nas n&eacute;voas?!<\/p><p class=\"has-text-align-center\">N&atilde;o rias, prendi-me<\/p><p class=\"has-text-align-center\">Num la&ccedil;o de fita.<\/p><p class=\"has-text-align-center\">Na selva sombria de tuas madeixas,<\/p><p class=\"has-text-align-center\">Nos negros cabelos de mo&ccedil;a bonita,<\/p><p class=\"has-text-align-center\">Fingindo a serpente qu&rsquo;enla&ccedil;a a folhagem,<\/p><p class=\"has-text-align-center\">Formoso enroscava-se<\/p><p class=\"has-text-align-center\">O la&ccedil;o de fita.<\/p><p class=\"has-text-align-center\">[&hellip;]\n\n\n\n<\/p><p class=\"has-text-align-center\">Pois bem! Quando um dia na sombra do vale<\/p><p class=\"has-text-align-center\">Abrirem-me a cova&hellip; formosa Pepita!<\/p><p class=\"has-text-align-center\">Ao menos arranca meus louros da fronte,<\/p><p class=\"has-text-align-center\">E d&aacute;-me por c&rsquo;roa&hellip;<\/p><p class=\"has-text-align-center\">Teu la&ccedil;o de fita.<\/p><p><em>ALVES, C. Espumas flutuantes. Dispon&iacute;vel em: www.dominiopublico.gov.br. Acesso em: 8 ago. 2015 (fragmento).&nbsp;<\/em><\/p><p>Exemplo da l&iacute;rica de tem&aacute;tica amorosa de Castro Alves, o poema constr&oacute;i imagens caras ao Romantismo. Nesse fragmento, o lirismo rom&acirc;ntico se expressa na<\/p><p>a) representa&ccedil;&atilde;o infantilizada da figura feminina.<\/p><p>b) criatividade inspirada em elementos da natureza.<\/p><p>c) op&ccedil;&atilde;o pela morte como solu&ccedil;&atilde;o para as frustra&ccedil;&otilde;es.<\/p><p>d) ansiedade com as atitudes de indiferen&ccedil;a da mulher.<\/p><p>e) fixa&ccedil;&atilde;o por signos de fus&atilde;o simb&oacute;lica com o ser amado.<\/p><p>A fus&atilde;o se verifica por meio da imagem da pris&atilde;o: &ldquo;Prendi meus afetos&rdquo; e &ldquo;prendi-me \/Num la&ccedil;o de fita&rdquo;, como s&iacute;mbolo do enlace amoroso. Ao se repetir, o s&iacute;mbolo se fixa. A paix&atilde;o que sente o poeta se amarra &agrave; mo&ccedil;a mediante a fita, e &eacute; t&atilde;o forte que &eacute; capaz de superar at&eacute; mesmo a morte. Lembrando que o sentimentalismo exacerbado &eacute; justamente uma das principais caracter&iacute;sticas rom&acirc;nticas.<\/p><p><em>Gabarito: alternativa E.&nbsp;<\/em><\/p><p>+ Veja mais: <a href=\"https:\/\/vestibulares.estrategia.com\/portal\/materias\/literatura\/literatura-brasileira\/\" target=\"_blank\">Literatura brasileira: panorama hist&oacute;rico das principais escolas<\/a><\/p><h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-estude-para-as-provas-com-a-coruja\"><span class=\"ez-toc-section\" id=\"Estude-para-as-provas-com-a-Coruja\"><\/span>Estude para as provas com a Coruja!<span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h2><p>Nos pacotes do Estrat&eacute;gia Vestibulares, voc&ecirc; pode acessar trilhas estrat&eacute;gias, elas s&atilde;o compostas por cronogramas completos para te guiar sobre o que, como e quando estudar. 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