{"id":116459,"date":"2024-04-25T16:23:14","date_gmt":"2024-04-25T19:23:14","guid":{"rendered":"https:\/\/vestibulares.estrategia.com\/portal\/?p=116459"},"modified":"2026-03-27T13:47:55","modified_gmt":"2026-03-27T16:47:55","slug":"redacao-nota-1000-enem-2022","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/vestibulares.estrategia.com\/portal\/materias\/redacao\/redacao-nota-1000-enem-2022\/","title":{"rendered":"Reda\u00e7\u00e3o nota 1000: leia 10 reda\u00e7\u00f5es do Enem 2022"},"content":{"rendered":"<p>Voc&ecirc; sabia que apenas 19 pessoas alcan&ccedil;aram a t&atilde;o desejada reda&ccedil;&atilde;o nota 1000 no Enem 2022? Naquela edi&ccedil;&atilde;o, o tema escolhido pela banca foi &ldquo;Desafios para a valoriza&ccedil;&atilde;o de comunidades e povos tradicionais no Brasil&rdquo;.<p>Para participar desse &ldquo;clube&rdquo; restrito, &eacute; preciso focar os estudos na reda&ccedil;&atilde;o e garantir que voc&ecirc; domine n&atilde;o apenas as t&eacute;cnicas necess&aacute;rias para alcan&ccedil;ar uma nota alta, tamb&eacute;m &eacute; preciso desenvolver os repert&oacute;rios socioculturais essenciais para conseguir produzir uma reda&ccedil;&atilde;o independente do tema determinado pela banca. <\/p><p>Uma alternativa de estudo &eacute; revisar reda&ccedil;&otilde;es produzidas por outros candidatos e extrair quais s&atilde;o os pontos positivos e como incluir isso no seu &ldquo;modelo&rdquo; de reda&ccedil;&atilde;o. Ficou curioso para saber quais s&atilde;o as reda&ccedil;&otilde;es nota 1000 do Enem 2023? O Portal Estrat&eacute;gia Vestibulares listou<strong> 10 reda&ccedil;&otilde;es que tiraram a nota m&aacute;xima <\/strong>no<strong> Enem 2022.<\/strong> Confira:<\/p><p class=\"wp-block-verse\"><a href=\"https:\/\/vestibulares.estrategia.com\/portal\/materias\/redacao\/redacao-nota-1000-enem\/\">+ Reda&ccedil;&atilde;o Nota 1000 no Enem: confira disserta&ccedil;&otilde;es dos &uacute;ltimos anos<\/a><br><a href=\"https:\/\/vestibulares.estrategia.com\/portal\/noticias\/redacao-nota-1000-leia-redacoes-do-enem-2025\/\" target=\"_blank\">+ Reda&ccedil;&atilde;o nota 1000: leia 10 reda&ccedil;&otilde;es do Enem 2025<br><\/a><a href=\"https:\/\/vestibulares.estrategia.com\/portal\/noticias\/redacao-nota-1000-leia-6-redacoes-do-enem-2024\/\" target=\"_blank\">+ Reda&ccedil;&atilde;o nota 1000: leia 10 reda&ccedil;&otilde;es do Enem 2024<br><\/a><a href=\"https:\/\/vestibulares.estrategia.com\/portal\/materias\/redacao\/redacao-nota-1000-leia-10-redacoes-do-enem-2023\/\">+ Reda&ccedil;&atilde;o nota 1000: leia 10 reda&ccedil;&otilde;es do Enem 2023<br><\/a><a href=\"https:\/\/vestibulares.estrategia.com\/portal\/materias\/redacao\/redacao-nota-1000-enem-2021\/\">+ Reda&ccedil;&atilde;o nota 1000: leia 10 reda&ccedil;&otilde;es do Enem 2021<\/a><\/p><p>\n\n\n\n<div class=\"cta-medio\" style=\"background-image: url(https:\/\/vestibulares.estrategia.com\/portal\/wp-content\/uploads\/2024\/08\/curso-enem-1-estrategia-vestibulares-ctamedio.jpg);\"><h3>Pacote Enem TOP <\/h3> <p>Estude com o Estrat\u00e9gia Vestibulares<\/p><div class=\"cta-botao\"><a id=\"cta-medio\" href=\"https:\/\/vestibulares.estrategia.com\/curso\/enem-top\/\" target=\"_blank\" style=\"background:rgb(255,150,0)\">Saiba mais<\/a><\/div><\/div>\n\n\n\n<\/p><div id=\"ez-toc-container\" class=\"ez-toc-v2_0_76 counter-hierarchy ez-toc-counter ez-toc-transparent ez-toc-container-direction\">\n<div class=\"ez-toc-title-container\"><p class=\"ez-toc-title\" style=\"cursor:inherit\">Navegue pelo conte\u00fado<\/p>\n<\/div><nav><ul class='ez-toc-list ez-toc-list-level-1 ' ><li class='ez-toc-page-1 ez-toc-heading-level-2'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-1\" href=\"https:\/\/vestibulares.estrategia.com\/portal\/materias\/redacao\/redacao-nota-1000-enem-2022\/#10-redacoes-nota-1000-do-Enem-2022\" >10 reda&ccedil;&otilde;es nota 1000 do Enem 2022<\/a><\/li><li class='ez-toc-page-1 ez-toc-heading-level-2'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-2\" href=\"https:\/\/vestibulares.estrategia.com\/portal\/materias\/redacao\/redacao-nota-1000-enem-2022\/#Qual-e-o-formato-da-redacao-do-Enem\" >Qual &eacute; o formato da reda&ccedil;&atilde;o do Enem?<\/a><\/li><li class='ez-toc-page-1 ez-toc-heading-level-2'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-3\" href=\"https:\/\/vestibulares.estrategia.com\/portal\/materias\/redacao\/redacao-nota-1000-enem-2022\/#Quais-sao-os-criterios-de-correcao-da-redacao-do-Enem\" >Quais s&atilde;o os crit&eacute;rios de corre&ccedil;&atilde;o da reda&ccedil;&atilde;o do Enem?<\/a><\/li><li class='ez-toc-page-1 ez-toc-heading-level-2'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-4\" href=\"https:\/\/vestibulares.estrategia.com\/portal\/materias\/redacao\/redacao-nota-1000-enem-2022\/#Historico-de-temas-de-redacao-do-Enem\" >Hist&oacute;rico de temas de reda&ccedil;&atilde;o do Enem<\/a><\/li><li class='ez-toc-page-1 ez-toc-heading-level-2'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-5\" href=\"https:\/\/vestibulares.estrategia.com\/portal\/materias\/redacao\/redacao-nota-1000-enem-2022\/#Guia-do-Enem\" >Guia do Enem<\/a><\/li><\/ul><\/nav><\/div>\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><span class=\"ez-toc-section\" id=\"10-redacoes-nota-1000-do-Enem-2022\"><\/span>10 reda&ccedil;&otilde;es nota 1000 do Enem 2022<span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h2><h3 class=\"wp-block-heading\">Lu&iacute;s Felipe Alves Paiva de Brito, de Macei&oacute; (AL)<\/h3><figure class=\"wp-block-image size-large\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/vestibulares.estrategia.com\/portal\/wp-content\/uploads\/2022\/04\/Luis-Felipe-Alves-Paiva-de-Brito_-24-anos-%E2%80%93-Maceio-_AL_-redacao-nota-mil-enem-2022-756x1024.jpg\" alt=\"luis felipe reda&ccedil;&atilde;o nota 1000 enem 2022\" class=\"wp-image-90428\"><figcaption class=\"wp-element-caption\">Foto: Reprodu&ccedil;&atilde;o\/Arquivo Pessoal<\/figcaption><\/figure><pre class=\"wp-block-verse\"><em>O poeta modernista Oswald de Andrade relata, em \"Erro de Portugu&ecirc;s\", que, sob um dia de chuva, o &iacute;ndio foi vestido pelo portugu&ecirc;s - uma den&uacute;ncia &agrave; acultura&ccedil;&atilde;o sofrida pelos povos ind&iacute;genas com a chegada dos europeus ao territ&oacute;rio brasileiro. Paralelamente, no Brasil atual, h&aacute; a manuten&ccedil;&atilde;o de pr&aacute;ticas prejudiciais n&atilde;o s&oacute; aos silv&iacute;colas, mas tamb&eacute;m aos demais povos e comunidades tradicionais, como os pescadores. Com efeito, atuam como desafios para a valoriza&ccedil;&atilde;o desses grupos a educa&ccedil;&atilde;o deficiente acerca do tema e a aus&ecirc;ncia do desenvolvimento sustent&aacute;vel. \n<\/em>\n<em>Diante desse cen&aacute;rio, existe a falta da promo&ccedil;&atilde;o de um ensino eficiente sobre as popula&ccedil;&otilde;es tradicionais. Sob esse vi&eacute;s, as escolas, ao abordarem tais povos por meio de um ponto de vista hist&oacute;rico euroc&ecirc;ntrico, enra&iacute;zam no imagin&aacute;rio estudantil a imagem de abor&iacute;genes cujas viv&ecirc;ncias s&atilde;o marcadas pela defasagem tecnol&oacute;gica. A exemplo disso, h&aacute; o senso comum de que os ind&iacute;genas s&atilde;o selvagens, alheios aos benef&iacute;cios do mundo moderno, o que, consequentemente, gera um preconceito, manifestado em indaga&ccedil;&otilde;es como &ldquo;o &iacute;ndio tem &lsquo;smartphone&rsquo; e est&aacute; lutando pela demarca&ccedil;&atilde;o de terras?&rdquo; &ndash; ideia essa que deslegitima a luta dos silv&iacute;colas. Entretanto, de acordo com a Teoria do Indigenato, defendida pelo ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal, o direito dos povos tradicionais &agrave; terra &eacute; inato, sendo anterior, at&eacute;, &agrave; cria&ccedil;&atilde;o do Estado brasileiro. Dessa forma, por n&atilde;o ensinarem tal vis&atilde;o, os col&eacute;gios fometam a desvaloriza&ccedil;&atilde;o das comunidades tradicionais, mediante o desenvolvimento de um pensamento discriminat&oacute;rio nos alunos. \n<\/em>\n<em>Al&eacute;m disso, outro desafio para o reconhecimento desses indiv&iacute;duos &eacute; a car&ecirc;ncia do progresso sustent&aacute;vel. Nesse contexto, as entidades mercadol&oacute;gicas que atuam nas &aacute;reas ocupadas pelas popula&ccedil;&otilde;es tradicionais n&atilde;o necessariamente se preocupam com a sua preserva&ccedil;&atilde;o, comportamento no qual se valoriza o lucro em detrimento da harmonia entre a natureza e as comunidades em quest&atilde;o. &Agrave; luz disso, h&aacute; o exemplo do que ocorre aos pescadores, cujos rios s&atilde;o contaminados devido ao garimpo ilegal, extremamente comum na Regi&atilde;o Amaz&ocirc;nica. Por conseguinte, o povo que sobrevive a partir dessa atividade &eacute; prejudicado pelo que a Biologia chama de magnifica&ccedil;&atilde;o tr&oacute;fica, quando metais pesados acumulam-se nos animais de uma cadeia alimentar &ndash; provocando a morte de peixes e a infec&ccedil;&atilde;o de humanos por merc&uacute;rio. Assim, as ind&uacute;strias que usam os recursos naturais de forma irrespons&aacute;vel n&atilde;o promovem o desenvolvimento sustent&aacute;vel e agem de maneira nociva &agrave;s sociedades tradicionais. \n<\/em>\n<em>Portanto, &eacute; essencial que o governo mitigue os desafios supracitados. Para isso, o Minist&eacute;rio da Educa&ccedil;&atilde;o &ndash; &oacute;rg&atilde;o respons&aacute;vel pelo estabelecimento da grade curricular das escolas &ndash; deve educar os alunos a respeito dos empecilhos &agrave; preserva&ccedil;&atilde;o dos ind&iacute;genas, por meio da inser&ccedil;&atilde;o da mat&eacute;ria &ldquo;Estudos Indigenistas&rdquo; no ensino b&aacute;sico, a fim de explicar o contexto dos silv&iacute;colas e desconstruir o preconceito. Ademais, o Minist&eacute;rio do Desenvolvimento &ndash; pasta instituidora da Pol&iacute;tica Nacional de Desenvolvimento Sustent&aacute;vel dos Povos e Comunidades Tradicionais &ndash; precisa fiscalizar as atividades econ&ocirc;micas danosas &agrave;s sociedades vulner&aacute;veis, visando &agrave; valoriza&ccedil;&atilde;o de tais pessoas, mediante canais de den&uacute;ncias.<\/em><\/pre><h3 class=\"wp-block-heading\">Maria Fernanda Simionato de Lemes, de Porto Alegre (RS)<\/h3><figure class=\"wp-block-image size-full\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/vestibulares.estrategia.com\/portal\/wp-content\/uploads\/2022\/04\/Maria-Fernanda-Simionato-de-Lemes_-21-anos-%E2%80%93-Porto-Alegre-_RS_-redacao-nota-mil-enem-2022.jpg\" alt=\"maria fernanda reda&ccedil;&atilde;o nota 1000 enem 2022\" class=\"wp-image-90430\"><figcaption class=\"wp-element-caption\">Foto: Reprodu&ccedil;&atilde;o\/Arquivo Pessoal<\/figcaption><\/figure><pre class=\"wp-block-verse\"><em>Historicamente, a partir da implementa&ccedil;&atilde;o das miss&otilde;es jesu&iacute;ticas no Brasil colonial, os povos nativos tiveram suas tradi&ccedil;&otilde;es suprimidas e o seu conhecimento acerca das peculiaridades territoriais menosprezado. Na contemporaneidade, a import&acirc;ncia dessas popula&ccedil;&otilde;es configura um fator indispens&aacute;vel &agrave; compreens&atilde;o da diversidade &eacute;tnica do nosso pa&iacute;s. Contudo, ainda persistem desafios &agrave; valoriza&ccedil;&atilde;o dessas comunidades, o que interfere na preserva&ccedil;&atilde;o de seus saberes. Logo, urgem medidas estatais que promovam melhorias nesse cen&aacute;rio. <\/em>\n\n<em>Sob esse vi&eacute;s, &eacute; v&aacute;lido destacar a fundamentabilidade dos povos tradicionais como detentores de pluralidade hist&oacute;rica e cultural, que proporciona a dissemina&ccedil;&atilde;o de uma vasta sabedoria na sociedade. Nesse sentido, o Instituto do Patrim&ocirc;nio Hist&oacute;rico e Art&iacute;stico Nacional (Iphan) afirma as heran&ccedil;as tradicionais desses grupos como constituintes do patrim&ocirc;nio imaterial brasileiro. Dessa forma, sabe-se que a contribui&ccedil;&atilde;o desses indiv&iacute;duos para a forma&ccedil;&atilde;o intelectual do corpo social engloba pr&aacute;ticas de sustentabilidade, agricultura familiar e, inclusive, confere a eles uma participa&ccedil;&atilde;o efetiva na economia do pa&iacute;s. Assim, evidencia-se a extrema relev&acirc;ncia dessas comunidades para a manuten&ccedil;&atilde;o de conhecimentos diferenciados, bem como para a evolu&ccedil;&atilde;o da coletividade. <\/em>\n\n<em>Entretanto, a falta de representantes pol&iacute;ticos eleitos para essa classe ocasiona a desvaloriza&ccedil;&atilde;o das suas necessidades sociais, que n&atilde;o s&atilde;o atendidas pelos demais legisladores. Nesse contexto, a Constitui&ccedil;&atilde;o Federal assegura direitos inalien&aacute;veis a todos os cidad&atilde;os brasileiros, abordando o dever de inclus&atilde;o de povos tradicionais nas decis&otilde;es p&uacute;blicas. Desse modo, compreende-se que a exist&ecirc;ncia de obst&aacute;culos para o reconhecimento da import&acirc;ncia de popula&ccedil;&otilde;es nativas se relaciona &agrave; inefic&aacute;cia na incorpora&ccedil;&atilde;o de representantes que sejam, de fato, interessados na perpetua&ccedil;&atilde;o de saberes e t&eacute;cnicas ancestrais propagados para esses grupos. Sendo assim, comprova-se a ocorr&ecirc;ncia de um grave problema no &acirc;mbito coletivo, o qual impede a garantia plena dos direitos b&aacute;sicos dessas pessoas. <\/em>\n\n<em>Diante do exposto, denota-se a urg&ecirc;ncia de propostas governamentais que alterem esse quadro. Portanto, cabe ao Estado &ndash; cuja fun&ccedil;&atilde;o principal &eacute; a prote&ccedil;&atilde;o dos direitos de seus cidad&atilde;os &ndash; a implanta&ccedil;&atilde;o de mudan&ccedil;as no sistema eleitoral, por meio da cria&ccedil;&atilde;o de cotas r&iacute;gidas para a elei&ccedil;&atilde;o de pol&iacute;ticos oriundos de localidades nativas. Tal reestrutura&ccedil;&atilde;o ter&aacute; como finalidade a valoriza&ccedil;&atilde;o de povos tradicionais, reconhecendo a sua fundamentalidade na composi&ccedil;&atilde;o hist&oacute;rica e cultural da sociedade brasileira.<\/em><\/pre><h3 class=\"wp-block-heading\">Maria Eduarda Braz, de Natal (RN)<\/h3><pre class=\"wp-block-verse\"><em>Na obra liter&aacute;ria &ldquo;Triste fim de Policarpo Quaresma&rdquo;, do autor brasileiro Lima Barreto, a figura do protagonista &eacute; constru&iacute;da a partir de um ideal ultranacionalista baseado na valoriza&ccedil;&atilde;o das quest&otilde;es do pr&oacute;prio pa&iacute;s. Analogamente, fora da fic&ccedil;&atilde;o, a sociedade brasileira n&atilde;o se comporta com Policarpo, visto que esta n&atilde;o se preocupa em valorizar a mem&oacute;ria dos povos tradicionais brasileiros, embora sejam t&atilde;o importantes para a identidade nacional. Nesse inter&iacute;m, entende-se a neglig&ecirc;ncia estatal e a n&atilde;o efici&ecirc;ncia da legisla&ccedil;&atilde;o como causas desse desafio. <\/em>\n\n<em>A princ&iacute;pio, sobre esse assunto, vale ressaltar a import&acirc;ncia de um Estado ativo na resolu&ccedil;&atilde;o de quest&otilde;es sociais. Dessa forma, para o fil&oacute;sofo polon&ecirc;s Zygmmunt Bauman, uma institui&ccedil;&atilde;o, quando posicionada de forma a ignorar sua fun&ccedil;&atilde;o original, &eacute; considerada em um estado de &ldquo;zumbi&rdquo;. Sob esse vi&eacute;s, o Estado brasileiro &eacute; an&aacute;logo a esse conceito, visto que, no que tange &agrave; valoriza&ccedil;&atilde;o e prote&ccedil;&atilde;o dessas comunidades, ele &eacute; ausente. Isso posto, tal postura negligente contribui para que os povos tradicionais n&atilde;o recebam o amparo estatal necess&aacute;rio, colocando em risco anos de hist&oacute;ria, de resist&ecirc;ncia e de mem&oacute;ria de uma parcela fundamental da sociedade.\n<\/em>\n<em>Outrossim, a aus&ecirc;ncia de uma legisla&ccedil;&atilde;o que abrace a causa amea&ccedil;a diretamente a sobreviv&ecirc;ncia desses grupos. Nessa &oacute;tica, a obra liter&aacute;ria &ldquo;Cidad&atilde;o de papel&rdquo;, do jornalista Gilberto Dimenstein, apresenta um contexto social em que as garantias constitucionais est&atilde;o restritas apenas &agrave; parte escrita, sem ser colocada em pr&aacute;tica. Diante disso, essas comunidades originais tupiniquins podem ser consideradas de papel, tendo em vista a n&atilde;o efici&ecirc;ncia das leis e projetos que garantem seus direitos. Assim, ao inv&eacute;s de promover a valoriza&ccedil;&atilde;o e o reconhecimento dessas popula&ccedil;&otilde;es, tais determina&ccedil;&otilde;es falhas contribuem para a manuten&ccedil;&atilde;o do sentimento de invisibilidade social desses povos.\n<\/em>\n<em>Dessarte, &eacute; ineg&aacute;vel que, a respeito dos povos tradicionais, o Brasil possui entraves que precisam ser resolvidos. Logo, o Governo Federal, &oacute;rg&atilde;o de maior poder pol&iacute;tico nacional, deve, em parceria com o Minist&eacute;rio do Desenvolvimento Social, criar projetos de reconhecimento e que garantam os direitos desses grupos. Essa a&ccedil;&atilde;o ser&aacute; viabilizada por meio de campanhas estabelecidas pela Pol&iacute;tica Nacional de Desenvolvimento Sustent&aacute;vel dos Povos e Comunidades Tradicionais (PNPCT), de forma que a valoriza&ccedil;&atilde;o dessas popula&ccedil;&otilde;es torne-se cada vez mais uma pauta discutida na sociedade. Para isso, &eacute; fulcral a dissemina&ccedil;&atilde;o de informa&ccedil;&otilde;es acerca da import&acirc;ncia de proteger os territ&oacute;rios ind&iacute;genas e quilombolas, evidenciando a necessidade da n&atilde;o reivindica&ccedil;&atilde;o desses locais para fins economicos e privados. Dessa forma, ser&aacute; poss&iacute;vel formar uma sociedade ciente das causas sociais do pa&iacute;s e, principalmente, manter viva a mem&oacute;ria daqueles que essencialmente formaram a identidade nacional.<\/em><\/pre><h3 class=\"wp-block-heading\">Rodrigo Junqueira, de S&atilde;o Paulo (SP)<\/h3><figure class=\"wp-block-image size-large\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/vestibulares.estrategia.com\/portal\/wp-content\/uploads\/2022\/04\/Rodrigo-Junqueira-Santiago_-18-anos-%E2%80%93-Sao-Paulo-_SP_-redacao-nota-mil-enem-2022-750x1024.jpg\" alt=\"rodrigo junqueira reda&ccedil;&atilde;o nota 1000 enem 2022\" class=\"wp-image-90431\"><figcaption class=\"wp-element-caption\">Foto: Reprodu&ccedil;&atilde;o\/Arquivo Pessoal<\/figcaption><\/figure><pre class=\"wp-block-verse\"><em>No livro \"Ideias para Adiar o Fim do Mundo\", Ailton Krenak critica o distanciamento entre a popula&ccedil;&atilde;o brasileira como um todo e a natureza, o que n&atilde;o se aplica &agrave;s comunidades ind&iacute;genas. Tal pensamento &eacute; extremamente atual, j&aacute; que n&atilde;o s&oacute; ind&iacute;genas como todas as popula&ccedil;&otilde;es tradicionais t&ecirc;m uma rela&ccedil;&atilde;o de respeito m&uacute;tuo com a natureza, aspectos que as diferenciam do resto dos brasileiros. Com isso, a agress&atilde;o ao meio ambiente e o apagamento dos saberes ancestrais configuram desafios para a valoriza&ccedil;&atilde;o de comunidades e povos tradicionais no Brasil. <br><br>Primeiramente, &eacute; preciso compreender como a agress&atilde;o ao meio ambiente fere as comunidades tradicionais. H&aacute; s&eacute;culos esses povos v&ecirc;m construindo suas culturas com respeito &agrave; natureza, tratando-a de forma sustent&aacute;vel. Consequentemente, criou-se nesses grupos uma vis&atilde;o afetiva dos recursos naturais, que se tornaram base para a manuten&ccedil;&atilde;o de uma identidade caracter&iacute;stica a cada uma dessas comunidades. No entanto, todos os biomas brasileiros est&atilde;o sendo constantemente amea&ccedil;ados, seja pela minera&ccedil;&atilde;o, garimpo ilegal, desmatamento ou polui&ccedil;&atilde;o, fatores que t&ecirc;m em comum a prioriza&ccedil;&atilde;o do gasto financeiro em detrimento da preserva&ccedil;&atilde;o ambiental. Assim, parte da popula&ccedil;&atilde;o coloca em risco o maior patrim&ocirc;nio dos povos tradicionais, a natureza, em busca de recursos naturais que trazem benef&iacute;cios restritos aos agressores, tornando o modo de vida dessas comunidades impratic&aacute;vel. Portanto, com base na import&acirc;ncia do meio ambiente para as comunidades tradicionais, causar danos &agrave; natureza significa, tamb&eacute;m, causar danos aos povos em quest&atilde;o. <br><br>Ademais, &eacute; de grande relev&acirc;ncia entender como o apagamento dos saberes ancestrais leva &agrave; desvaloriza&ccedil;&atilde;o dos povos tradicionais. Devido &agrave; grande diversidade de povos tradicionais no Brasil, houve, em cada um deles, a cria&ccedil;&atilde;o de um conjunto de conhecimentos, pensamentos, filosofias e linguagens distintas, passados pelas gera&ccedil;&otilde;es, dirando e mantendo vivo o modo de vida que caracteriza identitariamente cada grupo. Entretanto, essa bagagem sist&ecirc;mica &eacute; muito pouco externalizada, pelo fato de que esses saberes s&atilde;o coletivizados apenas em esferas menores, de forma a manter a ancestralidade dos povos locais apenas entre si. Logo, todo conhecimento produzido nessa perspectiva &eacute; desconhecido do grande p&uacute;blico, sendo pouco discutido e n&atilde;o fazendo parte da vis&atilde;o de mundo da maioria dos brasileiros. Dessa forma, os saberes dos povos tradicionais s&atilde;o desconsiderados, acarretando na desvaloriza&ccedil;&atilde;o de todos esses grupos. <br><br>Em s&iacute;ntese, o impacto causado ao meio ambiente e a desconsidera&ccedil;&atilde;o de seus saberes s&atilde;o grandes agentes na desvaloriza&ccedil;&atilde;o das comunidades tradicionais. Por isso, cabe ao Minist&eacute;rio do Meio Ambiente proteger os biomas do pa&iacute;s atrav&eacute;s do endurecimento de puni&ccedil;&otilde;es contra crimes ambientais, com a finalidade de salvaguardar o modo de vida de diferentes povos, tornando poss&iacute;vel a manuten&ccedil;&atilde;o da diversidade cultural brasileira. Al&eacute;m disso, o Minist&eacute;rio da Educa&ccedil;&atilde;o deve promover a discuss&atilde;o sobre os conhecimentos das comunidades tradicionais, por meio da incorpora&ccedil;&atilde;o de conte&uacute;dos relacionados a esses povos na grade curricular das escolas, a fim de divulgar a vis&atilde;o de mundo desses grupos, fomentando uma conviv&ecirc;ncia pac&iacute;fica entre toda a popula&ccedil;&atilde;o.<\/em><\/pre><p>\n\n\n\n<div id=\"new-form\">\n\t<form id=\"forms_layout\">\n\t<input type=\"hidden\" id=\"chave_de\" name=\"chave_de\" value=\"01_EVEST_LEADS_TOTAIS\" \/>\n\t\t<input type=\"hidden\" id=\"mid\" name=\"mid\" value=\"515008983\" \/>\n\t\t<input type=\"hidden\" id=\"Objetivo\" name=\"Objetivo\" value=\"Vestibulares\" \/>\n\t\t<input type=\"hidden\" id=\"Estado_de_Origem_do_IP\" name=\"Estado_de_Origem_do_IP\"  value=\"\" \/>\n\t\t<input type=\"hidden\" id=\"Cidade_de_Origem_do_IP\" name=\"Cidade_de_Origem_do_IP\" value=\"\" \/>\n\t\t<input type=\"hidden\" id=\"Modo_de_entrada\" name=\"Modo_de_entrada\" value=\"Portal\" \/>\n\t\t<input type=\"hidden\" id=\"Pagina_Origem\" name=\"Pagina_Origem\" value=\"\" \/>\n\n\t\t<div class=\"texto\">\n\t\t\t<h3 class=\"news\">Inscreva-se em nossa newsletter\ud83e\udd89<\/h3>\n\t\t\t<p>Receba dicas de estudo gratuitas e saiba em primeira m\u00e3o as novidades sobre o Enem, Sisu, Encceja, Fuvest e outros vestibulares!<\/p>\n\t\t<\/div>\n\t\t<div class=\"campos\">\n\t\t\t<div class=\"first_name labels\">\n\t\t\t\t<input type=\"text\" class=\"input_labels\" id=\"first_name\" name=\"Nome_Completo\" placeholder=\"Nome\" required \/>\n\t\t\t<\/div>\n\t\t\t<div class=\"email labels\">\n\t\t\t\t<input type=\"email\" class=\"input_labels\" id=\"email\" name=\"Email\" placeholder=\"E-mail\" required \/>\n\t\t\t<\/div>\n\t\t\t<button type=\"submit\" class=\"button_layout\">\n\t\t\t\t<div id=\"lblBotao\">Inscreva-se<\/div>\n\t\t\t\t<span id=\"divSpiner\" class=\"loader\" role=\"status\" style=\"display: none;\"><\/span>\t\n\t\t\t<\/button>\n\t\t<\/div><!-- \/campos -->\n\t\t\n\t\t<label class=\"container_checkbox\">Voc\u00ea concorda com a nossa\n\t\t\t<a class=\"politics_privacy_ahref\" target=\"_blank\" href=\"https:\/\/gratis.estrategiaconcursos.com.br\/politica-de-privacidade\/\">Pol\u00edtica de Privacidade<\/a> e aceita receber informa\u00e7\u00f5es adicionais do Estrat\u00e9gia Educacional.\n\t\t\t<input id=\"checkbox_layout\" type=\"checkbox\" checked=\"checked\" required \/>\n\t\t\t<span class=\"checkbox\"><\/span>\n\t\t<\/label>\n\t\t<div id=\"msg\"><\/div>\n\t\t<div id=\"error\" class=\"error\">\n\t\t<\/div>\n\t<\/form>\n<\/div><!-- \/new-form -->\n\n\n\n<\/p><h3 class=\"wp-block-heading\">Ana Beatriz Senciel Machado, de S&atilde;o Paulo (SP)<\/h3><pre class=\"wp-block-verse\"><em>Na obra \"Esp&iacute;rito das Leis\", Montesquieu enfatizou que &eacute; preciso analisar as rela&ccedil;&otilde;es sociais existentes de um povo para, assim, aplicar as diretrizes legais e abonar o progresso coletivo. No entanto, ao observar os desafios para a valoriza&ccedil;&atilde;o de comunidades e povos tradicionais no Brasil, certifica-se que a teoria do fil&oacute;sofo diverge da realidade tupiniquim contempor&acirc;nea. Haja visto a persist&ecirc;ncia de territ&oacute;rios desprotegidos e direitos disrespeitados, fato que impede a ascen&ccedil;&atilde;o do Estado Brasileiro. Com efeito, &eacute; imprenscind&iacute;vel enunciar os aspectos socioculturais e a insufici&ecirc;ncia legislativa como pilares fundamentais da chaga. <\/em>\n\n<em>&Eacute; importante considerar, antes de tudo, o fator grupal. Conforme o pensador Jurgen Habermas, a raz&atilde;o comunicativa, ou seja, o di&aacute;logo constitui etapa fundamental do desenvolvimento social. Nesse &iacute;nterim, falta de est&iacute;mulo ao debate a respeito da valoriza&ccedil;&atilde;o das comunidades e povos tradicionais do Brasil, todavia co&iacute;be o poder transformador da delibera&ccedil;&atilde;o e, consequentemente, ocasiona a queda da sociobiodiversidade no Brasil. Descarte, discorrer criticamente a problem&aacute;trica &eacute; o primeiro passo para a considera&ccedil;&atilde;o do progresso sociocultural habermaniano. <\/em>\n\n<em>Al&eacute;m disso, merece destaque o quesito constitucional. Segundo Jean Jacques Rousseau, os cidad&atilde;os cedem parte da liberdade adquirida na circunst&acirc;ncia natural para que o Estado garanta direitos intransigentes. A dificuldade na valoriza&ccedil;&atilde;o de todos os povos e comunidades brasileiras, entretanto, contrasta a concep&ccedil;&atilde;o do pensador na medida em que o conhecimento da popula&ccedil;&atilde;o sobre a natureza, sociedades e culturas hist&oacute;ricas seja de baixo n&iacute;vel. Dessa forma, as a&ccedil;&otilde;es precisam ser executadas pelas autoridades competentes com o fito de diminuir o rev&eacute;s. <\/em>\n\n<em>Entende-se, portanto, a tem&aacute;tica como sendo um obst&aacute;culo, intr&iacute;nseco de ra&iacute;zes culturais e legislativas. Logo, a m&iacute;dia por interm&eacute;dio de programas televisivos de grande audi&ecirc;ncia, ir&aacute; discutir o assunto com profissionais especialistas nessa &aacute;rea, com o objetivo de mostrar as reais consequ&ecirc;ncias do problema, apresentar vis&atilde;o cr&iacute;tica e orientar os espectadores a respeito do impasse. Essa medida ocorrer&aacute; por meio da elabora&ccedil;&atilde;o de um projeto estatal em parceria com o Minist&eacute;rio das Comunica&ccedil;&otilde;es. Desse modo, a delibera&ccedil;&atilde;o de Habermas e a justi&ccedil;a de Rousseau, a sociedade brasileira ter&aacute; progresso social concretizado como enfatizou Montesquieu.<\/em><\/pre><h3 class=\"wp-block-heading\">Juliana Moreau de Almeida, de Itamaraju (BA)<\/h3><pre class=\"wp-block-verse\"><em>Declarado patrim&ocirc;nio imaterial brasileiro, o of&iacute;cio das quebradeiras de coco &eacute; exemplo de preserva&ccedil;&atilde;o de conhecimentos populares que marcam a cultura, a economia e as rela&ccedil;&otilde;es interpessoais dos povos envolvidos. Similarmente, muitos outros grupos tradicionais possuem saber de extrema import&acirc;ncia e, no entanto, n&atilde;o recebem o respeito merecido, o que cria uma urgente necessidade de promover a valoriza&ccedil;&atilde;o dessas comunidades. Nesse contexto, &eacute; v&aacute;lido analisar como a neglig&ecirc;ncia estatal e a exist&ecirc;ncia de uma vis&atilde;o capitalizada da natureza representam desafios para a resolu&ccedil;&atilde;o de tal problem&aacute;tica. <\/em>\n\n<em>Diante desse cen&aacute;rio, nota-se a inoper&acirc;ncia governamental como fator agravante do descaso em rela&ccedil;&atilde;o &agrave;s culturas tradicionais. Para pensadora contempor&acirc;nea Djamila Ribeiro, &eacute; preciso tirar as situa&ccedil;&otilde;es da invisibilidade para que solu&ccedil;&otilde;es sejam encontradas, perspectiva que demonstra a falha cometida pelo Estado, uma vez que existe uma forte car&ecirc;ncia de conscientiza&ccedil;&atilde;o popular sobre o assunto - causada pelo baixo est&iacute;mulo governamental a essas discuss&otilde;es, tanto nas salas de aula quanto no &acirc;mbito pol&iacute;tico. Nesse sentido, fica evidente que, por n&atilde;o dar notoriedade &agrave; luta desses povos, o governo permite o esquecimento e a minimiza&ccedil;&atilde;o de seus costumes, o que gera n&atilde;o somente a massiva perda cultural de um legado cultivado por gera&ccedil;&otilde;es, mas tamb&eacute;m o preju&iacute;zo da desestrutura&ccedil;&atilde;o econ&ocirc;mica de locais baseados nessas t&eacute;cnicas.<\/em>\n\n<em>Ademais, percebe-se a influ&ecirc;ncia de uma ideologia que mercantiliza o ambiente na manuten&ccedil;&atilde;o de tal entrave. \"Para a gan&acirc;ncia, toda natureza &eacute; insuficiente\" - a frase, do fil&oacute;sofo S&ecirc;neca, critica uma concep&ccedil;&atilde;o recorrente na atual conjuntura brasileira, segundo a qual o meio ambiente &eacute; visto como um objeto para o luxo humano- logicamente, tal vis&atilde;o mercadol&oacute;gica se choca com o modo de vida experienciado pelos povos tradicionais, que vivenciam seu relacionamento respeitoso e rec&iacute;proco com o ecossistema, fazendo uso de seus recursos sem fins explorat&oacute;rios. Por conseguinte, as comunidades que vivem dessa intimidade com a natureza s&atilde;o altamente reprimidas pelas classes que se beneficiam do uso capitalizado e desigual do meio natural, como grandes empresas pecuaristas, que lucram da concentra&ccedil;&atilde;o de terras e do monop&oacute;lio comercial, o que exclui - ainda mais - a popula&ccedil;&atilde;o origin&aacute;ria e resulta no decl&iacute;nio de sua cultura. \n<\/em>\n<em>Portanto, cabe ao Estado - em sua fun&ccedil;&atilde;o de promotor do bem-estar social - estabelecer uma ampla fiscaliza&ccedil;&atilde;o do uso comercial do meio ambiente em &aacute;reas com maior volume de povos tradicionais, mediante a cria&ccedil;&atilde;o de mais delegacias especializadas no setor ambiental, a fim de garantir a preserva&ccedil;&atilde;o do estilo de vida desses indiv&iacute;duos. Outrossim, &eacute; dever do Governo Federal organizar uma campanha de valoriza&ccedil;&atilde;o de tais grupos, por meio da divulga&ccedil;&atilde;o de informativos em redes sociais e da realiza&ccedil;&atilde;o de palestras em escolas, de modo a enfatizar a contribui&ccedil;&atilde;o socioambiental desses cidad&atilde;os, para, assim, conscientizar a popula&ccedil;&atilde;o e possibilitar a exalta&ccedil;&atilde;o das culturas tradicionais brasileiras.<\/em><\/pre><h3 class=\"wp-block-heading\">Carina Beatriz de Souza Moura, de Caruaru (PE)<\/h3><figure class=\"wp-block-image size-large\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/vestibulares.estrategia.com\/portal\/wp-content\/uploads\/2022\/04\/Carina-Beatriz-de-Souza-Moura_-18-anos-%E2%80%93-Caruaru-_PE_-redacao-enem-2022_1-764x1024.jpg\" alt=\"carina beatriz reda&ccedil;&atilde;o nota 1000 enem 2022\" class=\"wp-image-90427\"><figcaption class=\"wp-element-caption\">Foto: Reprodu&ccedil;&atilde;o\/Arquivo Pessoal<\/figcaption><\/figure><pre class=\"wp-block-verse\"><em>Na segunda metade do s&eacute;culo XVIII, os escritores da primeira fase do Romantismo elevaram, de maneira completamente idealizada, o ind&iacute;gena e a natureza &agrave; condi&ccedil;&atilde;o de elementos personificadores da beleza e do poder da p&aacute;tria (quando, na verdade, os nativos continuaram v&iacute;timas de uma explora&ccedil;&atilde;o desumana no momento em quest&atilde;o). Sem desconsiderar o lapso temporal, hoje nota-se que, apesar das conquistas legais e jur&iacute;dicas alcan&ccedil;adas, a exalta&ccedil;&atilde;o dos ind&iacute;genas e dos demais povos tradicionais n&atilde;o se efetivou no cen&aacute;rio brasileiro e continua restrita as prosas e poesias do movimento rom&acirc;ntico. A partir desse contexto, &eacute; imprescind&iacute;vel compreender os maiores desafios para uma plena valoriza&ccedil;&atilde;o das comunidades tradicionais no Brasil. <\/em>\n\n<em>Nesse sentido, &eacute; ineg&aacute;vel que o escasso interesse pol&iacute;tico em assegurar o respeito &agrave; cultura e ao modo de vida das popula&ccedil;&otilde;es tradicionais frustra a valoriza&ccedil;&atilde;o desses indiv&iacute;duos. Isso acontece, porque, como j&aacute; estudado pelo soci&oacute;logo Boaventura de Sousa Santos, h&aacute; no Brasil uma esp&eacute;cie de &ldquo;Colonialismo Insidioso&rdquo;, isto &eacute;, a manuten&ccedil;&atilde;o de estruturas coloniais perversas de domina&ccedil;&atilde;o, que se disfar&ccedil;a em meio a avan&ccedil;os sociais, mas mant&eacute;m a camada mais vulner&aacute;vel da sociedade explorada e negligenciada. Nessa perspectiva, percebe-se o quanto a invisibiliza&ccedil;&atilde;o dos povos tradicionais &eacute; proposital e configura-se como uma estrat&eacute;gia pol&iacute;tica para permanecer no poder e fortalecer situa&ccedil;&otilde;es de desigualdade e injusti&ccedil;a social. Dessa forma, tem-se um pa&iacute;s que, al&eacute;m de naturalizar as mais diversas invas&otilde;es possess&oacute;rias nos territ&oacute;rios dos povos tradicionais, n&atilde;o respeita a forma de viver e produzir dessas popula&ccedil;&otilde;es, o que comprova uma realidade destoante das produ&ccedil;&otilde;es liter&aacute;rias do Romantismo. <\/em>\n\n<em>Ademais, &eacute; n&iacute;tido que as dificuldades de promover um verdadeiro reconhecimento e valoriza&ccedil;&atilde;o das comunidades tradicionais ascendem &agrave; medida que ra&iacute;zes preconceituosos s&atilde;o mantidas. De fato, com base nos estudos da fil&oacute;sofa Sueli Carneiro, &eacute; percept&iacute;vel a exist&ecirc;ncia de um &ldquo;Epistemic&iacute;dio Brasileiro&rdquo; na sociedade atual; ou seja, h&aacute; uma nega&ccedil;&atilde;o da cultura e dos saberes de grupos subalternizados, a qual &eacute; ainda mais refor&ccedil;ada por setores midi&aacute;ticos. Em outras palavras, apesar da complexidade de cultura dos povos tradicionais; o Brasil assume contornos monoculturais, uma vez que inferioriza e &ldquo;sepulta&rdquo; os saberes de tais grupos, cujas rela&ccedil;&otilde;es e produ&ccedil;&otilde;es, baseadas na rela&ccedil;&atilde;o harm&ocirc;nica com a natureza, destoam do modo ocidental, capitalista e elitista. Logo, devido a um not&oacute;rio preconceito, os indiv&iacute;duos tradicionais permanecem exclu&iacute;dos socialmente e com seus direitos negligenciados. <\/em>\n\n<em>Portanto, faz-se necess&aacute;rio superar os desafios que impedem a valoriza&ccedil;&atilde;o das comunidades tradicionais no Brasil. Para isso, urge que o Poder Executivo &ndash; na esfera federal &ndash; amplie a verba destinada a &oacute;rg&atilde;os fiscalizadores que visem garantir os direitos dos povos tradicionais e a preserva&ccedil;&atilde;o de seus territ&oacute;rios e costumes. Tal a&ccedil;&atilde;o deve ser efetivada pela implanta&ccedil;&atilde;o de um Projeto Nacional de Valoriza&ccedil;&atilde;o dos Povos Tradicionais, de modo a articular, em conjunto com a m&iacute;dia socialmente engajada, palestras e debates que informem a import&acirc;ncia de tais grupos em todos os 5.570 munic&iacute;pios brasileiros. Isso deve ser feito a fim de combater os preconceitos e promover o respeito &agrave;s popula&ccedil;&otilde;es tradicionais. Afinal, o intuito &eacute; que elas sejam t&atilde;o valorizadas quanto os &iacute;ndios na primeira fase da literatura rom&acirc;ntica.<\/em><\/pre><h3 class=\"wp-block-heading\">Giovanna Fagundes da Silva, de Birigui (SP)<\/h3><pre class=\"wp-block-verse\"><em>De acordo com os pensadores estoicos, o ser humano deveria viver em harmonia com a natureza, buscando um bem geral. Contundo, observa-se, no Brasil, a desvaloriza&ccedil;&atilde;o de pessoas que seguem tal proposta de respeito ao meio natural, como as comunidades e povos tradicionais. Essa realidade &eacute; fruto de um etnocentrismo hist&oacute;rico, al&eacute;m de refletir a l&oacute;gica de persegui&ccedil;&atilde;o por lucro do sistema capitalista. Sendo assim, faz-se necess&aacute;rio analisar os desafios desse cen&aacute;rio, a fim de garantir a igualdade a todos os brasileiros.<br><br>Nesse sentido, cabe ressaltar as ra&iacute;zes hist&oacute;ricas da desvaloriza&ccedil;&atilde;o dos povos tradicionais, como os ind&iacute;genas. Isso pode ser verificado no etnocentrismo vigente no pa&iacute;s desde a sua coloniza&ccedil;&atilde;o, haja vista o desprezo dos europeus pela popula&ccedil;&atilde;o local, interpretando-a como \"selvagem\". A partir de ent&atilde;o, os ind&iacute;genas sofreram viol&ecirc;ncia simb&oacute;lica - termo apresentado pelo soci&oacute;logo Pierre Bourdieu- pois, mesmo sem coer&ccedil;&atilde;o f&iacute;sica, estavam sujeitos a diversas formas de manipula&ccedil;&atilde;o, como a cultural. Prova disso foi a atua&ccedil;&atilde;o dos jesu&iacute;tas no processo de cristianiza&ccedil;&atilde;o desses indiv&iacute;duos ao negar suas cren&ccedil;as e impor a f&eacute; cat&oacute;lica. Logo, a hierarquiza&ccedil;&atilde;o dos povos &eacute; antiga no Brasil, fato que desencadeou a desvaloriza&ccedil;&atilde;o atual de certas comunidades.<br><br>Al&eacute;m disso, o pa&iacute;s est&aacute; inserido em um sistema capitalista de produ&ccedil;&atilde;o, o qual visa, primordialmente, ao lucro. Segundo o conceito de reifica&ccedil;&atilde;o, proposto pelo soci&oacute;logo Karl Marx, o valor do indiv&iacute;duo est&aacute; em sua contribui&ccedil;&atilde;o para o capitalismo. Sob essa &oacute;ptica, tendo em vista que eles buscam apenas a subsist&ecirc;ncia, os povos tradicionais s&atilde;o desvalorizados pela sociedade, porque n&atilde;o colaboram, diretamente, com a gera&ccedil;&atilde;o de riqueza. Desse modo, s&atilde;o apagados do corpo social e precisam reafirmar os seus direitos, devido &agrave; viola&ccedil;&atilde;o de suas necessidades, como a natureza - produto de explora&ccedil;&atilde;o da esfera econ&ocirc;mica.<br><br>Portanto, urge que a m&iacute;dia televisiva, respons&aacute;vel pela difus&atilde;o de informa&ccedil;&otilde;es e entretenimento, por meio de document&aacute;rios e novelas, retrate o cotidiano de comunidades e povos tradicionais no Brasil, apresentando sua cultura de forma positiva, com o intuito de legitimar os diferentes modos de vida a romper com o etnocentrismo hist&oacute;rico. Ademais, cabe &agrave; escola, institui&ccedil;&atilde;o de transforma&ccedil;&atilde;o de valores, apresentar a natureza de uma maneira desvinculada do capitalismo e ressaltar sua import&acirc;ncia a todos. Assim, espera-se um pa&iacute;s que siga a proposta de estoicismo e valorize os povos tradicionais.<\/em><\/pre><h3 class=\"wp-block-heading\">Ana Alice Teixeira Freire, de Fortaleza (CE)<\/h3><figure class=\"wp-block-image size-full\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/vestibulares.estrategia.com\/portal\/wp-content\/uploads\/2022\/04\/Ana-Alice-Teixeira-Freire_-17-anos-%E2%80%93-Fortaleza-_CE_-redacao-nota-mil-enem-2022_1.jpg\" alt=\"ana aline reda&ccedil;&atilde;o nota 1000 enem 2022\" class=\"wp-image-90426\"><figcaption class=\"wp-element-caption\">Foto: Reprodu&ccedil;&atilde;o\/Arquivo Pessoal<\/figcaption><\/figure><pre class=\"wp-block-verse\"><em>Na miniss&eacute;rie documental &ldquo;Guerras do Brasil.doc&rdquo;, presente na plataforma Netflix, o professor ind&iacute;gena Ailton Krenak prop&otilde;e a reflex&atilde;o acerca da dizima&ccedil;&atilde;o dos povos origin&aacute;rios a partir de perspectivas atuais, em que &eacute; retratada a hist&oacute;ria sob o olhar do esquecimento e da viol&ecirc;ncia contra esses povos, a despeito da sua riqueza cultural e produtiva. Essas formas de desvaloriza&ccedil;&atilde;o das comunidades tradicionais do Brasil s&atilde;o respaldadas, dentre outros fatores, pela invisibiliza&ccedil;&atilde;o hist&oacute;rica desses atores sociais no ensino b&aacute;sico e pelo preconceito que rege o senso comum. Dessa forma, &eacute; imprescind&iacute;vel a interven&ccedil;&atilde;o sociogovernamental, a fim de superar os desafios mencionados. <\/em>\n\n<em>Com efeito, cabe destacar a exclus&atilde;o generalizada dos aspectos hist&oacute;ricos e culturais referentes &agrave;s etnias tradicionais dentro do sistema educacional como fator proeminente &agrave; perpetua&ccedil;&atilde;o da desvaloriza&ccedil;&atilde;o do grupo em quest&atilde;o, uma vez que, sendo a escola um dos n&uacute;cleos de integra&ccedil;&atilde;o social e informacional, a car&ecirc;ncia de est&iacute;mulos ao conhecimento dos povos nativos provoca desconhecimento, e consequentemente, o cidad&atilde;o comum n&atilde;o tem base da informa&ccedil;&atilde;o acerca da indispensabilidade das comunidades origin&aacute;rias &agrave; forma&ccedil;&atilde;o do corpo social brasileiro. Nesse sentido, os versos &ldquo;Nossos &iacute;ndios em algumas poucas mem&oacute;rias\/Os de fora nos livros das nossas escolas&rdquo;, da banda cearense Selvagens &agrave; Procura da Lei, ilustram uma constru&ccedil;&atilde;o do ensino escolar pautada no esquecimento dessa minoria, de maneira a ampliar sua desvaloriza&ccedil;&atilde;o. Assim, &eacute; constat&aacute;vel a estreita rela&ccedil;&atilde;o entre as lacunas na educa&ccedil;&atilde;o e o fraco reconhecimento dos povos e das comunidades tradicionais. <\/em>\n\n<em>Ademais, vale ressaltar o preconceito cultivado no ide&aacute;rio popular como empecilho &agrave; import&acirc;ncia atribu&iacute;da aos povos nativos, posto que, em decorr&ecirc;ncia da baixa representatividade em ambientes escolares, como mencionado anteriormente, e do baixo respaldo cultural, marcado por estere&oacute;tipos limitantes e etnocentristas, isto &eacute;, que sup&otilde;em superioridade de uma etnia em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; outra, h&aacute; forma&ccedil;&atilde;o de estigmas sobre pessoas dessas minorias e, por conseguinte, n&atilde;o h&aacute; o reconhecimento de suas ricas peculiaridade. Seguindo essa linha de racioc&iacute;nio, &eacute; poss&iacute;vel estabelecer conex&otilde;es entre a atualidade e a carta ao rei de Portugal escrita por Pero Vaz de Caminha, no momento da chegada dos portugueses ao Brasil, de forma que a perspectiva do navegador em rela&ccedil;&atilde;o ao ind&iacute;gena, permeada de suposta inoc&ecirc;ncia, maleabilidade e passividade, pouco alterou-se na concep&ccedil;&atilde;o atual, evidenciando a prepot&ecirc;ncia e a altivez que s&atilde;o implica&ccedil;&otilde;es da ignor&acirc;ncia e do silenciamento das fontes tradicionais. Ent&atilde;o, s&atilde;o necess&aacute;rias medidas de mitiga&ccedil;&atilde;o dessa problem&aacute;tica para o alcance do bem estar da sociedade. <\/em>\n\n<em>Em suma, entende-se o paralelo entre a desvaloriza&ccedil;&atilde;o dos povos nativos e o apagamento hist&oacute;rico destes, al&eacute;m do preconceito sobre este grupo, de modo a urgir atenua&ccedil;&atilde;o do cen&aacute;rio exposto. Para isso, cabe ao Minist&eacute;rio da Educa&ccedil;&atilde;o a amplia&ccedil;&atilde;o do ensino hist&oacute;rico e cultural do acervo tradicional, por meio da reformula&ccedil;&atilde;o das bases de assuntos abordados em sala de aula e da contrata&ccedil;&atilde;o de profissionais dessas etnias, com o objetivo de pluralizar as narrativas e evitar a exclus&atilde;o provocada por apenas uma hist&oacute;ria, em conson&acirc;ncia com o livro da escritora angolana Chimamanda Ngozie Adichie &ldquo;O perigo da hist&oacute;ria &uacute;nica&rdquo;. Tamb&eacute;m, &eacute; papel dos ve&iacute;culos culturais, como a m&iacute;dia, a representa&ccedil;&atilde;o ampla e fidedigna desses grupos, com o fito de minorar a vis&atilde;o estigmatizada que foi constru&iacute;da. Com isso, o exterm&iacute;nio simb&oacute;lico denunciado por Krenak ser&aacute; minguado.<\/em><\/pre><h3 class=\"wp-block-heading\">Giovana Guimar&atilde;es, de Belo Horizonte (MG)<\/h3><pre class=\"wp-block-verse\"><em>O document&aacute;rio &ldquo;Guerras do Brasil&rdquo;, que tem participa&ccedil;&atilde;o do ativista ind&iacute;gena Ailton Krenak, apresenta, em seu primeiro epis&oacute;dio, a perspectiva dos povos origin&aacute;rios em rela&ccedil;&atilde;o ao processo de coloniza&ccedil;&atilde;o brasileiro, ressaltando a manuten&ccedil;&atilde;o da luta dessas comunidades pela conserva&ccedil;&atilde;o da cultura e preserva&ccedil;&atilde;o da natureza na atualidade. A partir desse cen&aacute;rio, &eacute; necess&aacute;rio avaliar os obst&aacute;culos que impedem a valoriza&ccedil;&atilde;o efetiva dos povos tradicionais no Brasil, o que est&aacute; associado &agrave; rela&ccedil;&atilde;o conflituosa com o modelo econ&ocirc;mico agroexportador brasileiro, bem como &agrave; vis&atilde;o de parte da sociedade que inferioriza organiza&ccedil;&otilde;es sociais que se diferenciam do padr&atilde;o ocidental.<\/em>\n\n<em>De in&iacute;cio, &eacute; importante observar a contraposi&ccedil;&atilde;o existente entre a forma como as comunidades origin&aacute;rias e uma parcela da popula&ccedil;&atilde;o lidam com a natureza. Nesse contexto, destaca-se o modelo de coloniza&ccedil;&atilde;o do Brasil, chamado de &ldquo;col&ocirc;nia de explora&ccedil;&atilde;o&rdquo;, o qual estabeleceu uma economia pautada na explora&ccedil;&atilde;o dos recursos naturais em vista da possibilidade do lucro. Esse tipo de vis&atilde;o, que &eacute; observado, na atualidade, pela manuten&ccedil;&atilde;o de um modelo econ&ocirc;mico agroexportador, se op&otilde;e &agrave; vis&atilde;o dos povos tradicionais em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; natureza, os quais estabelecem uma &iacute;ntima rela&ccedil;&atilde;o de reciprocidade, identificando, nesse local, a sua fonte de sobreviv&ecirc;ncia e de moradia. Como consequ&ecirc;ncia dessas realidades opostas, alguns indiv&iacute;duos consideram a popula&ccedil;&atilde;o origin&aacute;ria contr&aacute;ria ao progresso econ&ocirc;mico buscado pelo capitalismo, o que impede a valoriza&ccedil;&atilde;o do saber desses povos sobre a natureza. \n<\/em>\n<em>Al&eacute;m disso, percebe-se a exist&ecirc;ncia de um pensamento que estabelece uma rela&ccedil;&atilde;o de hierarquiza&ccedil;&atilde;o entre os povos brasileiros, o que impede o reconhecimento efetivo das comunidades tradicionais. Nesse sentido, evidencia-se a dissemina&ccedil;&atilde;o, durante o processo de coloniza&ccedil;&atilde;o brasileiro, do mito do &ldquo;Bom Selvagem&rdquo;, em que os nativos foram caracterizados como ing&ecirc;nuos e puros, sendo poss&iacute;veis de serem civilizados pela cultura ocidental, desconsiderando a organiza&ccedil;&atilde;o social j&aacute; existente entre esses povos. Consequentemente, devido &agrave; desqualifica&ccedil;&atilde;o da no&ccedil;&atilde;o pr&oacute;pria de organiza&ccedil;&atilde;o dessas comunidades culturalmente diferenciadas, observa-se a inferioriza&ccedil;&atilde;o de costumes e h&aacute;bitos n&atilde;o ocidentais, impedindo uma vis&atilde;o de igualdade que permite a valoriza&ccedil;&atilde;o dos povos tradicionais.\n<\/em>\n<em>Portanto, conclui-se que o Governo Federal, em parceria com o Minist&eacute;rio da Educa&ccedil;&atilde;o, deve promover o reconhecimento das caracter&iacute;sticas singulares de cada comunidade tradicional brasileira, por meio de debates com lideran&ccedil;as desses grupos com a popula&ccedil;&atilde;o, o que pode ser realizado em institui&ccedil;&otilde;es p&uacute;blicas, como as escolas, bem como em ambientes virtuais, como as redes sociais, a fim de garantir a valoriza&ccedil;&atilde;o plena desses povos que pertencem &agrave; no&ccedil;&atilde;o. Ademais, &eacute; relevante que se estabele&ccedil;am rela&ccedil;&otilde;es mais amistosas entre o ser humano e a natureza, a partir da valoriza&ccedil;&atilde;o dos saberes tradicionais.\n<\/em><\/pre><h2 class=\"wp-block-heading\"><span class=\"ez-toc-section\" id=\"Qual-e-o-formato-da-redacao-do-Enem\"><\/span>Qual &eacute; o formato da reda&ccedil;&atilde;o do Enem?<span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h2><p>De acordo com o Inep, o candidato deve produzir um&nbsp;<strong>&ldquo;texto dissertativo-argumentativo a partir de uma situa&ccedil;&atilde;o-problema&rdquo;.<\/strong><\/p><p>Al&eacute;m disso, essa texto deve ter at&eacute; 30 linhas, j&aacute; o m&iacute;nimo s&atilde;o 7 linhas. Caso o candidato n&atilde;o cumpra o determinado, a reda&ccedil;&atilde;o &eacute; anulada.<\/p><h2 class=\"wp-block-heading\"><span class=\"ez-toc-section\" id=\"Quais-sao-os-criterios-de-correcao-da-redacao-do-Enem\"><\/span>Quais s&atilde;o os crit&eacute;rios de corre&ccedil;&atilde;o da reda&ccedil;&atilde;o do Enem?<span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h2><p>Para garantir uma reda&ccedil;&atilde;o nota mil, o candidato precisa gabaritar as cinco compet&ecirc;ncias utilizadas na corre&ccedil;&atilde;o: <\/p><ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>Compet&ecirc;ncia 1: <\/strong>dom&iacute;nio da escrito formal da L&iacute;ngua Portuguesa;<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Compet&ecirc;ncia 2: <\/strong>compreender o tema e n&atilde;o fugir da proposta;<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Compet&ecirc;ncia 3: <\/strong>organiza&ccedil;&atilde;o das ideias;<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Compet&ecirc;ncia 4:<\/strong> coes&atilde;o e coer&ecirc;ncia; e<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Compet&ecirc;ncia 5: <\/strong>proposta de Interven&ccedil;&atilde;o.<\/li>\n<\/ul><p class=\"wp-block-verse\"><strong>Saiba mais:<\/strong> <a href=\"https:\/\/vestibulares.estrategia.com\/portal\/redacao\/competencias-redacao-enem\/\" target=\"_blank\">Quais s&atilde;o as 5 compet&ecirc;ncias da reda&ccedil;&atilde;o do Enem?<\/a><\/p><h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-historico-de-temas-de-redacao-do-enem\"><span class=\"ez-toc-section\" id=\"Historico-de-temas-de-redacao-do-Enem\"><\/span>Hist&oacute;rico de temas de reda&ccedil;&atilde;o do Enem<span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h2><p>Apesar das pol&ecirc;micas sobre um poss&iacute;vel tema de reda&ccedil;&atilde;o mais livre, o Enem manteve o mesmo padr&atilde;o dos &uacute;ltimos anos. Veja abaixo o hist&oacute;rico de temas de reda&ccedil;&atilde;o do Enem:<\/p><ul class=\"wp-block-list\">\n<li>Enem 2022 &ndash; <em>Desafios para a valoriza&ccedil;&atilde;o de comunidades e povos tradicionais no Brasil<\/em><\/li>\n\n\n\n<li>Enem 2021 &ndash; <em>Invisibilidade e registro civil: garantia de acesso &agrave; cidadania no Brasil<\/em><\/li>\n\n\n\n<li>Enem 2020 &ndash; <em>O estigma associado &agrave;s doen&ccedil;as mentais na sociedade brasileira<\/em><\/li>\n\n\n\n<li>Enem 2019&nbsp;&ndash;&nbsp;<em>Democratiza&ccedil;&atilde;o do acesso ao cinema no Brasil<\/em><\/li>\n\n\n\n<li>Enem 2018&nbsp;&ndash;&nbsp;<em>Manipula&ccedil;&atilde;o do comportamento do usu&aacute;rio pelo controle de dados na internet<\/em><\/li>\n\n\n\n<li>Enem 2017&nbsp;&ndash;&nbsp;<em>Desafios para forma&ccedil;&atilde;o educacional de surdos no Brasil<\/em><\/li>\n\n\n\n<li>Enem 2016&nbsp;&ndash;&nbsp;<em>Caminhos para combater a intoler&acirc;ncia religiosa no Brasil<\/em><\/li>\n\n\n\n<li>Enem 2015&nbsp;&ndash;&nbsp;<em>A Persist&ecirc;ncia da Viol&ecirc;ncia contra a Mulher na Sociedade Brasileira<\/em><\/li>\n\n\n\n<li>Enem 2014&nbsp;&ndash;&nbsp;<em>Publicidade infantil em quest&atilde;o no Brasil<\/em><\/li>\n\n\n\n<li>Enem 2013&nbsp;&ndash;&nbsp;<em>Os efeitos da implanta&ccedil;&atilde;o da Lei Seca no Brasil<\/em><\/li>\n\n\n\n<li>Enem 2012&nbsp;&ndash;&nbsp;<em>O movimento imigrat&oacute;rio para o Brasil no s&eacute;culo XXI<\/em><\/li>\n\n\n\n<li>Enem 2011&nbsp;&ndash;&nbsp;<em>Viver em rede no s&eacute;culo XXI: os limites entre o p&uacute;blico e o privado<\/em><\/li>\n<\/ul><h2 class=\"wp-block-heading\"><span class=\"ez-toc-section\" id=\"Guia-do-Enem\"><\/span>Guia do Enem<span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h2><p>Voc&ecirc; sabia que o<strong>&nbsp;Enem &eacute; o segundo maior vestibular do mundo<\/strong>? A prova perde apenas para o Gaokao, da China. Ou seja, essa &eacute; uma das maiores oportunidades para conseguir a sua vaga dos sonhos em uma universidade, seja ela p&uacute;blica ou privada.&nbsp;<\/p><p>Para te ajudar, o&nbsp;<strong>Portal do EV<\/strong>&nbsp;desenvolveu o<strong>&nbsp;<a href=\"https:\/\/gratis.estrategiaconcursos.com.br\/guia-do-enem-e-book\/?utm_source=blog&amp;utm_medium=organic&amp;utm_campaign=blog-to-product\" target=\"_blank\">Guia do Enem<\/a><\/strong>, com tudo o que voc&ecirc; precisa saber sobre a sobre a prova; desde a inscri&ccedil;&atilde;o, o que estudar, poss&iacute;veis temas de reda&ccedil;&atilde;o e at&eacute; indica&ccedil;&otilde;es de onde voc&ecirc; pode usar a sua nota para conquistar o sonho de ingressar em uma universidade de qualidade.&nbsp;<\/p><p>Veja algumas das informa&ccedil;&otilde;es que voc&ecirc; encontrar&aacute; no Guia do Enem:<\/p><ul class=\"wp-block-list\">\n<li><em>Enem Impresso x Digital<\/em><\/li>\n\n\n\n<li><em>Calend&aacute;rio do Enem<\/em><\/li>\n\n\n\n<li><em>TRI: como funciona a nota do Enem<\/em><\/li>\n\n\n\n<li><em>Checklist: veja o que mais cai no Enem por disciplina<\/em><\/li>\n\n\n\n<li><em>Como desenvolver repert&oacute;rio sociocultural para a reda&ccedil;&atilde;o?<\/em><\/li>\n\n\n\n<li><em>Exemplos de reda&ccedil;&atilde;o nota 1.000<\/em><\/li>\n<\/ul><div class=\"wp-block-buttons is-horizontal is-content-justification-center is-layout-flex wp-container-core-buttons-is-layout-1 wp-block-buttons-is-layout-flex\">\n<div class=\"wp-block-button\"><a class=\"wp-block-button__link wp-element-button\" href=\"https:\/\/gratis.estrategiaconcursos.com.br\/guia-do-enem-e-book\/?utm_source=blog&amp;utm_medium=organic&amp;utm_campaign=blog-to-product\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">BAIXE O GUIA DO ENEM<\/a><\/div>\n<\/div><p>\n\n\n<a id=\"cta\" class=\"cta-imagem\" href=\"https:\/\/vestibulares.estrategia.com\/curso\/curso-interativo-enem-redaco-prof-fernando-andrade\/\" target=\"blank\">\n                <img decoding=\"async\" width=\"100%\" src=\"https:\/\/vestibulares.estrategia.com\/portal\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/Redacao.jpg\" alt=\"Cursos de Reda\u00e7\u00e3o Estrat\u00e9gia Vestibulares\" title=\"Curso de Reda\u00e7\u00e3o Estrat\u00e9gia Vestibulares\">\n        <\/a>\n\n\n\n<\/p><h3 class=\"wp-block-heading\">Veja tamb&eacute;m:<\/h3><ul class=\"wp-block-list\">\n<li><a href=\"https:\/\/vestibulares.estrategia.com\/portal\/noticias\/prova-enem-2022-o-que-levar-horario-documentos-instrucoes\/\">Prova Enem 2022: veja o que levar, hor&aacute;rios e instru&ccedil;&otilde;es<\/a><\/li>\n\n\n\n<li><a href=\"https:\/\/vestibulares.estrategia.com\/portal\/redacao\/tendencias-da-redacao-do-enem\/\" target=\"_blank\">Tend&ecirc;ncias da reda&ccedil;&atilde;o do Enem<\/a><\/li>\n\n\n\n<li><a href=\"https:\/\/vestibulares.estrategia.com\/portal\/redacao\/7-citacoes-repertorio-sociocultural-coringa\/\" target=\"_blank\">Repert&oacute;rio Sociocultural para reda&ccedil;&atilde;o: 7 cita&ccedil;&otilde;es coringa<\/a><\/li>\n\n\n\n<li><a href=\"https:\/\/vestibulares.estrategia.com\/portal\/redacao\/5-alusoes-historicas-coringa\/\" target=\"_blank\">5 alus&otilde;es hist&oacute;ricas coringa para usar na reda&ccedil;&atilde;o<\/a><\/li>\n\n\n\n<li><a href=\"https:\/\/vestibulares.estrategia.com\/portal\/enem\/o-que-pode-zerar-redacao-enem\/\" target=\"_blank\">O que pode zerar a reda&ccedil;&atilde;o do Enem?<\/a><\/li>\n\n\n\n<li><a href=\"https:\/\/vestibulares.estrategia.com\/portal\/redacao\/temas-redacao-enem-vestibulares\/\" target=\"_blank\">Quais os temas de reda&ccedil;&atilde;o das &uacute;ltimas edi&ccedil;&otilde;es do Enem e vestibulares?<\/a><\/li>\n\n\n\n<li><a href=\"https:\/\/vestibulares.estrategia.com\/portal\/enem\/redacao-nota-mil-no-enem-com-moddelos\/\" target=\"_blank\">Modelos de reda&ccedil;&atilde;o nota 1000 no Enem desde 2009<\/a><\/li>\n\n\n\n<li><a href=\"https:\/\/vestibulares.estrategia.com\/portal\/redacao\/competencias-redacao-enem\/\" target=\"_blank\">Quais s&atilde;o as 5 compet&ecirc;ncias da reda&ccedil;&atilde;o do Enem?<\/a><\/li>\n\n\n\n<li><a href=\"https:\/\/vestibulares.estrategia.com\/portal\/enem\/assuntos-que-mais-caem-no-enem\/\" target=\"_blank\">Assuntos que mais caem no Enem: veja a lista por disciplina e o que estudar<\/a>&nbsp;<\/li>\n\n\n\n<li><a href=\"https:\/\/vestibulares.estrategia.com\/portal\/enem\/redacao-enem-modelos-nota-mil\/\" target=\"_blank\">Modelos de reda&ccedil;&atilde;o nota 1000 no Enem desde 2009<\/a><\/li>\n\n\n\n<li><a href=\"https:\/\/vestibulares.estrategia.com\/portal\/enem\/obras-literarias-enem\/\"><\/a><a href=\"https:\/\/vestibulares.estrategia.com\/portal\/enem\/livros-que-caem-enem\/\" target=\"_blank\">Quais s&atilde;o os principais livros que caem no Enem?<\/a><\/li>\n\n\n\n<li><a href=\"https:\/\/vestibulares.estrategia.com\/portal\/enem\/como-estimar-nota-enem\/\" target=\"_blank\">Como estimar a nota do Enem?<\/a>&nbsp;<\/li>\n\n\n\n<li><a href=\"https:\/\/vestibulares.estrategia.com\/portal\/enem\/como-usar-nota-enem\/\" target=\"_blank\">Como usar a nota do Enem?<\/a><\/li>\n<\/ul><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"Veja as reda\u00e7\u00f5es nota 1000 do Enem 2022; tema escolhido foi &#8220;Desafios para a valoriza\u00e7\u00e3o de comunidades e povos tradicionais no Brasil&#8221;\n","protected":false},"author":31,"featured_media":116466,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"wl_entities_gutenberg":"","footnotes":""},"categories":[2],"tags":[48,101],"wl_entity_type":[732],"class_list":{"0":"post-116459","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","5":"has-post-thumbnail","7":"category-redacao","8":"tag-enem","9":"tag-redacao","10":"wl_entity_type-article"},"acf":[],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO Premium 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