{"id":27310,"date":"2019-09-30T14:50:39","date_gmt":"2019-09-30T17:50:39","guid":{"rendered":"https:\/\/blog.estrategiavestibulares.com.br\/?p=27310"},"modified":"2021-04-23T08:59:45","modified_gmt":"2021-04-23T11:59:45","slug":"o-cortico","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/vestibulares.estrategia.com\/portal\/materias\/literatura\/o-cortico\/","title":{"rendered":"O Corti\u00e7o e Hist\u00f3ria: fatos sobre a obra de Alu\u00edsio de Azevedo"},"content":{"rendered":"<p>Na leitura da obra <em>&ldquo;O Corti&ccedil;o&rdquo;<\/em>, de Alu&iacute;sio de Azevedo, eu fui me questionando sobre algumas informa&ccedil;&otilde;es que o narrador dava acerca de seus personagens ou acerca do Rio de Janeiro da &eacute;poca. Fiz uma lista de perguntas e a submeti ao professor Marcos T&uacute;lio, de Hist&oacute;ria.<p>A seguir, transcrevi a entrevista com fiz com ele.&nbsp; O professor deu informa&ccedil;&otilde;es relevantes que ajudam o leitor de <em>O Corti&ccedil;o <\/em>a entender melhor a sociedade carioca do final do s&eacute;culo XIX. Ele falou sobre escravid&atilde;o, processo eleitoral, dotes e temas afins.<\/p><div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter is-resized\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/cdn.blog.estrategiavestibulares.com.br\/vestibulares\/wp-content\/uploads\/2019\/08\/o-corti%C3%A7o.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-27318\" width=\"238\" height=\"344\"><figcaption>&ldquo;O Corti&ccedil;o&rdquo;: Alu&iacute;sio de Azevedo<\/figcaption><\/figure><\/div><p><strong>Fernando: Numa parte do texto, o narrador se refere &agrave;s discuss&otilde;es em torno da Lei Rio Branco. O que lei foi essa, por que gerou discuss&otilde;es?<\/strong><\/p><p><strong>Marco T&uacute;lio: <\/strong><em>A Lei Rio Branco, mais conhecida como Lei do Ventre Livre, foi aprovada em 28 de setembro de 1871 e considerava livres todos os filhos de mulheres escravizadas nascidos a partir daquela data.<\/em><\/p><p><em>A fim de atender aos interesses dos senhores de escravos, ela estabelecia que as crian&ccedil;as deveriam ser tratadas pelos seus donos at&eacute; os oito anos de idade, podendo em seguida ser entregues ao governo em troca de uma indeniza&ccedil;&atilde;o, ou terem seus servi&ccedil;os utilizados at&eacute; os 21 anos de idade. <\/em><\/p><p><em>A Lei do Ventre Livre foi criticada n&atilde;o somente pelos propriet&aacute;rios de cativos, amea&ccedil;ados pela poss&iacute;vel perda de suas pe&ccedil;as, mas tamb&eacute;m pelos abolicionistas, que apontaram a inaplicabilidade, pois muitos nascidos no p&oacute;s-1871 continuaram a ser escravos. <\/em><\/p><p><strong>Fernando<\/strong>: <strong>Num\ntrecho, sobre Firmo, o narrador afirma: &ldquo;Nascera no Rio de Janeiro, na Corte;\n&hellip; chegara a decidir elei&ccedil;&otilde;es nos tempos do voto indireto (&hellip;), mas depois\ndesgostou-se com o sistema de governo e renunciou &agrave;s lutas eleitorais&rdquo;. Que\nmudan&ccedil;a foi essa?<\/strong><\/p><p><strong>Marco T&uacute;lio: <\/strong><em>O sistema eleitoral sofre duas grandes mudan&ccedil;as em 1881, quando &eacute; aprovada uma reforma por meio da Lei Saraiva. At&eacute; ent&atilde;o, prevalecia o voto indireto, no qual os cidad&atilde;os escolhiam alguns representantes, e estes votavam em quem seriam os deputados e senadores. Com a reforma eleitoral, &eacute; <\/em><strong><em>introduzido o voto direto<\/em><\/strong><em>, sendo eliminados intermedi&aacute;rios entre os cidad&atilde;os e os candidatos.<\/em><\/p><p><em>Outra transforma&ccedil;&atilde;o significativa foi a <\/em><strong><em>proibi&ccedil;&atilde;o do voto do analfabeto<\/em><\/strong><em>, que prevaleceria at&eacute; a nossa Constitui&ccedil;&atilde;o de 1988.&nbsp; Isso reduziu significativamente o n&uacute;mero de eleitores do Imp&eacute;rio, afinal somente 20% da popula&ccedil;&atilde;o masculina era alfabetizada.<\/em><\/p><p><em>Para se ter uma ideia do impacto, em 1872 havia mais de 1 milh&atilde;o de votantes no pa&iacute;s, ou seja, 13% dos homens livres. J&aacute; em 1886, ap&oacute;s a aprova&ccedil;&atilde;o da Lei Saraiva, esse n&uacute;mero caiu para 100 mil eleitores, ou seja, 0,8 % da popula&ccedil;&atilde;o total.<\/em><\/p><p><strong>Fernando:\nA situa&ccedil;&atilde;o retratada dos escravos no livro &eacute; bastante variada. Bertoleza &eacute; uma\nescrava que vive como quitandeira longe de seu senhor (ele mora em Juiz de\nFora); Valentim, filho de uma escrava alforriada &eacute; um protegido de Dona Estela.\nFora esses, aparecem mais trabalhadores bra&ccedil;ais e menos escravos. Qual era a\nsitua&ccedil;&atilde;o dos escravos nesse per&iacute;odo, no Rio de Janeiro?<\/strong><\/p><p><strong>Marco T&uacute;lio:<\/strong> Quando pensamos na escravid&atilde;o no Brasil, quase sempre v&ecirc;m &agrave; nossa mente a figura do cativo trabalhando ou sendo castigado em uma paisagem rural, n&atilde;o &eacute; mesmo?<\/p><p>Pois no Rio de Janeiro o cen&aacute;rio era bem diferente, afinal de contas, escravizados, libertos e homens livres conviviam nas estreitas ruas da cidade, onde a <a href=\"https:\/\/vestibulares.estrategia.com\/portal\/category\/geografia\/\" target=\"_blank\">geografia<\/a> impedia que a popula&ccedil;&atilde;o cativa fosse isolada dos demais. <\/p><p>Tamb&eacute;m &eacute; preciso levar em conta que nas &uacute;ltimas d&eacute;cadas do s&eacute;culo XIX, a popula&ccedil;&atilde;o escrava do pa&iacute;s havia decrescido significativamente. De acordo com o censo de 1872, havia 48.939 escravos na Corte, o que correspondia a 18,2% da popula&ccedil;&atilde;o total.<\/p><p>Essa redu&ccedil;&atilde;o se deve a uma s&eacute;rie de fatores, entre eles o aumento das alforrias, obtidas a partir do envolvimento de escravos em atividades remuneradas. Tais of&iacute;cios permitiam aos cativos acumular algum pec&uacute;lio, e com ele, comprar sua liberdade. <\/p><p><strong>Fernando; A virgindade parece ser\num capital importante para as mulheres. Seja porque ela vale algo para os\nhomens, seja porque ela &eacute; associada ao dote.&nbsp;\nPombinha n&atilde;o tem dote, mas tem a virgindade; D. Estela tinha dote. Como\nfuncionava esse sistema de dote?<\/strong><\/p><p><strong>Marco T&uacute;lio:<\/strong> No Brasil do Imp&eacute;rio, assim como em outros locais estruturados pelo patriarcalismo, as fam&iacute;lias abastadas transferiam dinheiro, bens ou propriedades para aqueles que se casassem com suas filhas, sendo este costume chamado de <strong>dote<\/strong>.<\/p><p>Entre as elites, o matrim&ocirc;nio estava condicionado &agrave; interesses econ&ocirc;micos, pol&iacute;ticos e sociais, e por isso era encarado como um contrato que deveria trazer vantagens &agrave;s fam&iacute;lias envolvidas. <\/p><p>Nesse ambiente de supremacia masculina nas rela&ccedil;&otilde;es sociais, a virgindade feminina era algo indispens&aacute;vel, afinal garantia a continuidade de uma linhagem e envolvia no&ccedil;&otilde;es de heran&ccedil;a e propriedade.<\/p><p>Em alguma medida, tais valores e c&oacute;digos de conduta influenciavam &agrave;s popula&ccedil;&otilde;es mais pobres, mas seus casamentos n&atilde;o costumavam ser acertados entre as fam&iacute;lias, e n&atilde;o envolviam dotes. <\/p><p><strong>Fernando:\nO texto afirma sobre Botelho &ldquo;em seu tempo empregado do com&eacute;rcio, depois\ncorretor de escravos; contava mesmo que estivera mais de uma vez na &Aacute;frica,\nnegociando negros por sua conta. Atirou-se muito &agrave;s especula&ccedil;&otilde;es; durante a\nguerra do Paraguai ainda ganhara forte, chegando a ser bem rico; mas a roda\ndesandou e, de malogro em malogro, foi lhe escapando tudo por entre as suas\ngarras de ave de rapina.&rdquo; Parece que Botelho viveu dois ciclos de microeconomia\ndistintos: a venda de escravos e a especula&ccedil;&atilde;o com a Guerra do Paraguai. Como\nesses ciclos funcionaram?<\/strong><\/p><p><strong>Marco T&uacute;lio<\/strong> : O com&eacute;rcio de escravos no Atl&acirc;ntico foi extremamente lucrativo at&eacute; meados do s&eacute;culo XIX, formando uma rede de interesses <a href=\"https:\/\/vestibulares.estrategia.com\/portal\/geografia\/ciclos-economicos-do-brasil\/\" target=\"_blank\">econ&ocirc;micos<\/a> que envolveu brasileiros, africanos, portugueses e indiv&iacute;duos de outras partes do mundo.<\/p><p>Contudo, a aprova&ccedil;&atilde;o da Lei Eus&eacute;bio de Queir&oacute;s (1850) minou a continuidade do tr&aacute;fico negreiro, ao mesmo tempo em que permitiu o ac&uacute;mulo de recursos que passaram a ser investidos em outros setores, como a ind&uacute;stria naval, a ferrovi&aacute;ria e de comunica&ccedil;&otilde;es.<\/p><p>Esse crescimento foi denominado por muitos historiadores de Era Mau&aacute;, em refer&ecirc;ncia ao principal empres&aacute;rio do Segundo Reinado. <\/p><p><strong>Fernando:\nNo momento em que a pol&iacute;cia quer invadir o corti&ccedil;o, o narrador afirma: &ldquo;A\npol&iacute;cia era o grande terror daquela gente, porque, sempre que penetrava em\nqualquer estalagem, havia grande estrop&iacute;cio; &agrave; capa de evitar e punir o jogo e\na bebedeira, os urbanos invadiam os quartos, quebravam o que l&aacute; estava, punham\ntudo em polvorosa. Era uma quest&atilde;o de &oacute;dio velho&rdquo;. Voc&ecirc; pode comentar essa\npassagem?<\/strong><\/p><p><strong>Marco T&uacute;lio:<\/strong> O &ldquo;&oacute;dio velho&rdquo; a que se refere o romance evidencia uma pol&iacute;tica de viol&ecirc;ncia conduzida pelo Estado e dirigida &agrave;s classes marginalizadas que habitavam prec&aacute;rias habita&ccedil;&otilde;es da Corte.<\/p><p>No imagin&aacute;rio das elites da &eacute;poca, povoado de ideias racialistas, os corti&ccedil;os eram habita&ccedil;&otilde;es repulsivas, imorais e perigosas dos setores subalternos, afinal ali conviviam estrangeiros, libertos, escravos, b&ecirc;bados, vadios e prostitutas.<\/p><p>Dessa maneira, os corti&ccedil;os e outras zonas de habita&ccedil;&otilde;es prec&aacute;rias eram vistas como um caldeir&atilde;o em ebuli&ccedil;&atilde;o, e por isso demandavam constante vigil&acirc;ncia das for&ccedil;as policiais. <\/p><p><strong>Fernando; Quando surge um outro corti&ccedil;o, o narrador comenta a respeito de seu propriet&aacute;rio &ldquo;um abastado conselheiro, homem de gravata lavada, a quem n&atilde;o convinha, por decoro social, aparecer em semelhante g&ecirc;nero de especula&ccedil;&otilde;es.&rdquo; Havia uma rela&ccedil;&atilde;o entre corti&ccedil;os e abastados senhores? <\/strong><\/p><p><strong>Marco T&uacute;lio:<\/strong> Quando falamos de corti&ccedil;os e seus propriet&aacute;rios abastados, permanece no imagin&aacute;rio popular a figura do Conde D&rsquo;Eu, marido da princesa Isabel e suposto propriet&aacute;rio dos casebres que formavam o Cabe&ccedil;a de Porco, um dos mais famosos corti&ccedil;os do Rio de Janeiro.<\/p><p>Embora faltem estudos sobre os propriet&aacute;rios dessas habita&ccedil;&otilde;es, sabemos que eles pertenciam &agrave;s classes mais abastadas, e que deixavam seus im&oacute;veis ou terrenos aos cuidados de pequenos comerciantes.<\/p><p>Estes se encarregavam de erguer pequenas casas ou dividir a estrutura j&aacute; existente, formando v&aacute;rias moradias prec&aacute;rias e dispendiosas que eram alugadas para as camadas pobres da popula&ccedil;&atilde;o do Rio de Janeiro. Assim como Jo&atilde;o Rom&atilde;o, os arrendat&aacute;rios tamb&eacute;m mantinham pequenos com&eacute;rcios em edifica&ccedil;&otilde;es anexas aos corti&ccedil;os. <\/p><p><strong>Fernando:\nNo final, Jo&atilde;o Rom&atilde;o recebe uma homenagem de uma comiss&atilde;o de abolicionistas,\nsendo que Jo&atilde;o Rom&atilde;o n&atilde;o era de forma nenhuma um abolicionista. Depois da Lei\nRio Branco at&eacute; que ponto o movimento abolicionista era sincero, at&eacute; que ponto\nera composto de aproveitadores de &uacute;ltima hora? O que se ganhava com isso?<\/strong><\/p><p><strong>Marco T&uacute;lio:<\/strong> O abolicionismo foi provavelmente o primeiro movimento social de propor&ccedil;&otilde;es nacionais da nossa <a href=\"https:\/\/vestibulares.estrategia.com\/portal\/category\/historia\/\" target=\"_blank\">hist&oacute;ria<\/a>, e envolveu parcelas das elites urbanas, setores m&eacute;dios e escravizados.<\/p><p>Na d&eacute;cada de 1880, contexto em que se passa <em>O corti&ccedil;o<\/em>, sua pauta j&aacute; era predominante na opini&atilde;o p&uacute;blica, ent&atilde;o &eacute; prov&aacute;vel Jo&atilde;o Rom&atilde;o tenha se colocado como um abolicionista visando prest&iacute;gio e interesses pessoais.<\/p><figure class=\"wp-block-image size-large\"><a href=\"https:\/\/www.estrategiavestibulares.com.br\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><img decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"256\" src=\"https:\/\/vestibulares.estrategia.com\/portal\/wp-content\/uploads\/2020\/11\/BANNER_EV_eletr_part1-3-1024x256.jpg\" alt=\"Banner Estrat&eacute;gia Vestibular\" class=\"wp-image-44861\" srcset=\"https:\/\/vestibulares.estrategia.com\/portal\/wp-content\/uploads\/2020\/11\/BANNER_EV_eletr_part1-3-1024x256.jpg 1024w, https:\/\/vestibulares.estrategia.com\/portal\/wp-content\/uploads\/2020\/11\/BANNER_EV_eletr_part1-3-300x75.jpg 300w, https:\/\/vestibulares.estrategia.com\/portal\/wp-content\/uploads\/2020\/11\/BANNER_EV_eletr_part1-3-768x192.jpg 768w, https:\/\/vestibulares.estrategia.com\/portal\/wp-content\/uploads\/2020\/11\/BANNER_EV_eletr_part1-3-1536x384.jpg 1536w, https:\/\/vestibulares.estrategia.com\/portal\/wp-content\/uploads\/2020\/11\/BANNER_EV_eletr_part1-3-380x95.jpg 380w, https:\/\/vestibulares.estrategia.com\/portal\/wp-content\/uploads\/2020\/11\/BANNER_EV_eletr_part1-3-800x200.jpg 800w, https:\/\/vestibulares.estrategia.com\/portal\/wp-content\/uploads\/2020\/11\/BANNER_EV_eletr_part1-3-1160x290.jpg 1160w, https:\/\/vestibulares.estrategia.com\/portal\/wp-content\/uploads\/2020\/11\/BANNER_EV_eletr_part1-3.jpg 1920w\" sizes=\"(max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/a><\/figure><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"Na leitura da obra &ldquo;O Corti&ccedil;o&rdquo;, de Alu&iacute;sio de Azevedo, eu fui me questionando sobre algumas informa&ccedil;&otilde;es que&hellip;\n","protected":false},"author":18,"featured_media":30299,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"wl_entities_gutenberg":"","footnotes":""},"categories":[37],"tags":[],"wl_entity_type":[732],"class_list":{"0":"post-27310","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","5":"has-post-thumbnail","7":"category-literatura","8":"wl_entity_type-article"},"acf":[],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO Premium plugin v25.9 (Yoast SEO v25.9) - https:\/\/yoast.com\/wordpress\/plugins\/seo\/ -->\n<title>O Corti\u00e7o e Hist\u00f3ria: fatos sobre a obra de Alu\u00edsio de Azevedo<\/title>\n<meta name=\"description\" content=\"O Corti\u00e7o: confira a entrevista que fiz com o professor Marco T\u00falio. 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