Em 1917, a Guerra na Europa chegava ao terceiro ano e insuflava o nacionalismo no Brasil. Em 1916, criara-se no Rio de Janeiro a Liga de Defesa Nacional, que reunia nomes como Rui Barbosa e Olavo Bilac. O “príncipe dos poetas” percorria o país a discursar com fervor patriótico em defesa do serviço militar e da participação do Brasil no conflito.
(GONÇALVES, Marcos Augusto. 1922: a semana que não terminou. São Paulo, Companhia das Letras, 2012, p. 128)
A poesia de Olavo Bilac exemplifica como poucas a estética parnasiana, tal como ocorre nestes versos em que o “príncipe dos poetas” define sua visão do artista: