Em 1º de maio de 1886, operários de Chicago (EUA) tomaram as ruas da cidade para reivindicar melhores condições de trabalho, redução da jornada diária de 13 horas para 8 horas, aumento de salários, descanso semanal e férias. Essa paralisação virou uma greve, pois prosseguiu nos dias seguintes. O movimento trabalhista ficou conhecido como a Revolta de Haymarket. No dia 4 de maio, nos confrontos de rua, sete policiais e quatro operários morreram. Ao final dessa Revolta, sete operários foram condenados ao enforcamento e outros a 15 anos de prisão. No Brasil, foi o Presidente Arthur Bernardes que estabeleceu o dia 1º de Maio como Dia do Trabalhador, em 1924. Esse dia ficou notório durante a Era Vargas, pois Getúlio costumava fazer discursos e atos públicos, marcas da política varguista. Foi no governo Vargas, em um Primeiro de Maio, que foi criada e instituída a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT).
A relação política-ideológica entre Governo Vargas, sindicatos e trabalhadores pode ser sintetizada em uma expressão que define um conceito usado para exprimir uma doutrina, que é