“Assim como uma sanfona que abre e fecha para ampliar ou encurtar as notas, O Homem que Engarrafava Nuvens expande e aproxima, ao tempo do baião, para contextualizar a música, Humberto Teixeira, o Brasil e o nordestino. É um filme antropológico, musical, euclidiano, popular, ágil e, acima de tudo, ousado.”
(AUGUSTO, 2011).
O comentário de Heitor Augusto em relação ao documentário “O Homem que Engarrafava Nuvens” remete