“O CONHECIMENTO torna a alma jovem e diminui a amargura da velhice”, escreveu o extraordinário artista e inventor italiano Leonardo da Vinci, que morreu em 1519, aos 67 anos – em seu tempo, uma idade avançadíssima. Passados quase cinco séculos, tal constatação continua atual. Na era digital, sob a égide do touch screen e das redes sociais, quem chega à terceira idade tem muito a conhecer – e a rejuvenescer. O verbo para isso é conectar. Pelo Facebook, por exemplo, é possível resgatar amigos “de outrora”. O Skype ajuda a se comunicar com familiares. Aos viúvos, divorciados ou solteiros, as novas tecnologias, como o Tinder, auxiliam na busca e no encontro de um novo parceiro.
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O uso frequente de smartphones, videogames e da internet também reduz, em até 20%, os índices de solidão, depressão ou os sintomas relacionados a males crônicos, como o diabetes. Sim, a vida conectada pode aumentar a satisfação dos usuários já acima dos 60.
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Não, na era digital, a velhice não precisa ser amarga – e a alma não precisa ter idade.
Fonte: Revista VEJA – 5/10/2016
Sobre essa matéria jornalística, são feitas duas afirmativas ligadas pela palavra PORQUE:
I. A citação que introduz o texto constitui uma constatação procedente da era digital.
PORQUE
II. A vida conectada à tecnologia propicia às pessoas da terceira idade conhecimento e rejuvenescimento.
Conclui-se que: