Deposto aos pés do herói, o arnês retine.
De susto os Mirmidões fitar nem ousam
Tal maravilha, apartam-se espantados:
Ele, ao vê-lo, de cólera transborda,
Olhos em brasa, as pálpebras em chama;
Folga de o manejar. De examiná-lo
Já saciado: “Minha mãe, profere,
Certo a não fez mortal, obra é divina!”
Armar-me irei; mas temo que entrem moscas
Nas chagas do guerreiro e criem vermes,
Que ah! sem vida, o cadáver deturpando,
Os dissolvidos membros lhe apodreçam.
O trecho acima refere-se ao poema épico Ilíada, cuja autoria é atribuída ao Grego Homero, que viveu entre os séculos VIII e IX a.C. A passagem destacada em negrito nos remete a/ao: