“Eu quero dizer que o mal [...] não tem profundidade, e que por esta mesma razão é tão terrivelmente difícil pensarmos sobre ele [...] O mal é um fenômeno superficial [...] Nós resistimos ao mal em não nos deixando ser levados pela superfície das coisas, em parando e começando a pensar, ou seja, em alcançando uma outra dimensão que não o horizonte de cada dia. Em outras palavras, quanto mais superficial alguém for, mais provável será que ele ceda ao mal.”
ARENDT, H. Carta a Grafton, apud ASSY, B. Eichmann, Banalidade do Mal e Pensamento em Hannah Arendt. in: Jardim, e.; Bignotto, N. (org.). Hannah Arendt, diálogos, reflexões, memórias. Belo Horizonte: Editora UFMG, 2001. p. 145.
Nesse fragmento, a filósofa Hannah Arendt, ao considerar o mal, pode-se deduzir que a forma de se opor a ele é através da(o):