[...], na Europa medieval, as fortificações foram o modo pelo qual cidades e estados sem um exército efetivo podiam se defender de inimigos e invasores. [...] Todos tinham em comum as muralhas altas, para impedir as escaladas, e fortes o suficiente para suportar as cargas de catapultas ou aríetes.
Todo esse aparato caiu por terra na metade do século 15, quando os primeiros canhões começaram a ser usados nos campos de batalha. Depois do surgimento do canhão, no século 16, os muros das cidades tornaram-se mais baixos e largos, com canhões em torres projetadas para fora das amuradas e dispostos de forma a ter uma visão completa do campo ao redor onde poderiam se esconder os inimigos.
FERRONI, Marcelo. As fortificações: o auge das guerras de cerco. Revista Galileu. Disponível em: <www.revistagalileu.globo.com/Galileu/0,6993,ECT510525-1719-3,00.html>. Acesso em: 10 set. 2018.
A alteração do espaço urbano descrita no texto foi desencadeada em virtude da