Meu professor de análise sintática
Meu professor de análise sintática era o tipo
[do sujeito inexistente.
Um pleonasmo, o principal predicado
[da sua vida,
regular como um paradigma da 1ª conjugação.
Entre uma oração subordinada e um adjunto
[adverbial,
ele não tinha dúvidas: sempre achava um jeito assindético de nos torturar com um aposto.
Casou com uma regência.
Foi infeliz.
Era possessivo como um pronome.
E ela era bitransitiva.
Tentou ir para os EUA.
Não deu.
Acharam um artigo indefinido em sua bagagem.
A interjeição do bigode declinava partículas
[expletivas,
conectivos e agentes da passiva, o tempo todo.
Um dia, matei-o com um objeto direto na
[cabeça.
LEMINSKI, Paulo. Melhores poemas. São Paulo: Global, 1997.
A colocação dos pronomes pessoais oblíquos está relacionada, também, à harmonia da frase. Identifique a alternativa que apresenta a tendência do falante do português.