Naquele final de 1945, após quinze anos ininterruptos no exercício do poder máximo da República, um humilhado Getúlio Vargas retornara a São Borja, na qualidade de cidadão comum, recebido como “hóspede” na velha propriedade da família, a estância Santos Reis, da qual era sócio minoritário. (LIRA NETO, 2014, p.11).
O texto alude à circunstância da “Era Vargas” caracterizada pela