Navio Negreiro – Atenção não é a Disney
Até quando os nossos meninos pretos
Mortos
Sem chinelos, pés tortos
Até quando nossas mulheres
Arrastadas
Pelo capitão do mato destruídas
Destroçadas as famílias
Até quando o meu pão virá com moedas contadas
Até quando veremos as quedas?
Nossos gritos são abafados pela TV
Onde a gente não se vê.
SOBRAL, Cristiane. Terra negra. Rio de Janeiro: Editora Malê, 2017. p. 97.
O poema acima estabelece uma série de interdiscursividades. Sobre elas, assinale a alternativa INCORRETA.