Um “Pacto pela Vida” foi firmado por instituições de ensino, academias de ciências, pesquisadores, professores, reitores e secretários de saúde, nos webinários realizados (...), pela Universidade Federal da Bahia e Escola Bahiana de Medicina e Saúde Pública, entre outros, para debater o papel das instituições no enfrentamento da pandemia na Bahia e o grave cenário em todo o país, que registra milhares de mortes diárias. (...)
“Neste momento de tragédia nacional, não podemos nos omitir diante da situação que enfrentamos e que afeta com maior gravidade a população menos favorecida socioeconomicamente”, destaca a nota conjunta, publicada em 12 de março deste ano [2021].
Durante o evento, a reitora da Bahiana convocou a todos para fazer um pacto de amor e compaixão, um pacto pela vida, para que o Brasil seja um país de alegria e solidariedade, onde todos os brasileiros possam ter direito à saúde, educação, arte, cultura, alegria e vida. “Estamos juntos nesse pacto”, afirmou.
“Eu acredito que realmente a gente precisa resistir e ir à frente”. “Penso que não é a volta à normalidade, ao nosso normal do passado, que era muito ruim”, defendeu a reitora, lembrando que antes da pandemia o Brasil já sofria com a violência e o desrespeito ao meio ambiente e aos direitos humanos. “O que precisa mudar? O que precisa ser diferente?”, questionou, ressaltando o papel das instituições para resgatar “a beleza da política”, e a importância de utilizar o racional e todo aprendizado acerca da “escolha trágica que nos trouxe até aqui”.
Disponível em: <https://www.edgardigital.ufba.br/?p=20243>. Acesso em: mai. 2022. Adaptado
O desenvolvimento histórico não ocorre de forma linear e progressiva, nem estabelece, necessariamente, uma contradição entre modernidade e tradição como na atuação das universidades e faculdades públicas e privadas no enfrentamento da pandemia. Considerando o cenário descrito, pode-se afirmar que