Platão também difundiu doses consideráveis de misticismo e mitologia, vistos ora como o único meio disponível para nos tornar compreensível a realidade, ora como a própria verdade, para a qual os argumentos racionais que a precediam não passavam de exercícios preparatórios.
(Zingano, N. Platão e Aristóteles – o fascínio da filosofia. São Paulo: Odysseys Editora, 2005)
A partir de desse trecho de Marco Zingano, comentador de Platão e Aristóteles, pode deduzir que