SOMATÓRIO

H: 1,00 u / C: 12,0 u / N: 14,0 u / O: 16,0 u / F: 19,0 u / Na: 23,0 u / Cℓ: 35,45 u.
O modelo do mosaico fluido foi proposto na década de 1970 para explicar a estrutura da membrana plasmática. O modelo prevê que a membrana possui, entre outras substâncias, duas camadas formadas por fosfolipídios, com “cabeças” orientadas para os meios extracelular e intracelular. Essas moléculas estão em constante deslocamento, formando um modelo fluido.
Disponível em: https://www.biologianet.com/biologia-celular/modelo-mosaico-fluido.htm. [Adaptado]. Acesso em: 12 abr. 2019.
As representações esquemáticas da membrana plasmática e da estrutura geral de um fosfolipídio são mostradas abaixo:

Disponível em: https://courses.lumenlearning.com/introchem/chapter/phospholipids e em: https://biologiavegetal.com/aula-21-efeito-da-temperatura-sobre-apermeabilidade-das-membranas-celulares. Acesso em: 12 abr. 2019.
Sobre o assunto e com base nas informações acima, é correto afirmar que:
01. nos fosfolipídios a “cabeça” é polar e, portanto, possui elevada afinidade por moléculas de água.
02. a interação entre as “caudas” de moléculas de fosfolipídios é facilitada pelo estabelecimento de ligações de hidrogênio entre os átomos presentes nas cadeias de ácidos graxos.
04. o glicerol e o fosfato, que constituem a “cabeça” do fosfolipídio, unem-se por meio de ligações iônicas, o que permite a interação com centros metálicos de enzimas e facilita o transporte destas para o meio intracelular.
08. a “cauda” dos fosfolipídios é hidrofílica e interage com íons Na+ e K+ na membrana plasmática devido a seu caráter polar, atuando no transporte desses nutrientes para o interior das células.
16. o caráter polar das moléculas de fosfolipídios sugere que a membrana plasmática seja um eficaz impermeabilizante que impede a passagem de substâncias do meio extracelular para o meio intracelular.
32. o fosfolipídio é uma molécula capaz de interagir com substâncias polares e também com substâncias apolares.