“Só a antropofagia nos une. Socialmente. Economicamente. Philosophicamente.

Única lei do mundo. Expressão mascarada de todos os individualismos, de todos os collectivismo.
De todas as religiões. De todos os tratados de paz. Tupy, or not tupy that is the question.”
ANDRADE, Oswald de. “Manifesto Antropofágico”. Revista de Antropofagia, n. 1, maio-1928, p. 03.

Tarsila do Amaral, Abaporu, Museu de Arte Latino-americana de Buenos Aires (MALBA)
A ideia de antropofagia é aplicada ao poema de Oswald de Andrade e ao quadro de Tarsila do Amaral, porque expressa