Texto I

A videoarte deve ser lida na esteira das conquistas minimalistas, mas também da arte pop, pela sua recusa em separar arte e vida por meio da incorporação das histórias em quadrinhos, da publicidade, das imagens televisivas e do cinema. As performances e os happenings largamente realizados pelos artistas ligados ao Fluxus, aparecem diretamente ligados à videoarte. As realizações Fluxus justapõem não apenas objetos, mas também sons, movimentos e luzes num apelo simultâneo aos diversos sentidos: visão, olfato, audição, tato. Nelas, o espectador deve participar dos espetáculos experimentais, em geral, descontínuos, sem foco definido, não-verbais e sem sequência previamente estabelecida.
(Disponível em: <https://enciclopedia.itaucultural.org.br/termo3854/videoarte> Acesso em 16 jun. 2020)
Texto II

(Disponível em: <https://florica.wordpress.com/2007/09/11/yoko-ono-cut-piece/> Acesso em 16 jun. 2020)
O Texto II. representa a performance Cut Piece (1965), de Yoko Ono, membro do grupo Fluxus. A performance consiste em ficar sentada em um palco, com uma tesoura ao lado, convidando as pessoas a cortar um pedaço de sua roupa e levar consigo. A performance foi registrada em vídeo.
O Texto II. destaca a característica expressa no Texto I. de