O baralho, que mantém os homens à mesa pelo simples prazer do risco, tem sua história.
Jogos à parte, com o baralho a cigana prevê o futuro, o mágico faz seu espetáculo, o educador ensina, o psicólogo aplica testes. Em seus primeiros tempos, o baralho era um passatempo para poucos, as figuras eram elaboradas e pintadas à mão, o que o tornava extremamente caro. Com a industrialização, tornou-se popular. Dados confirmados afirmam que três quartos da humanidade usam algum tipo de baralho para algum fim.
http://loja.copag.com.br/portalcopag/jsp/institucional/historia/index.jsp – acessado em 06/05/2005 [adapt.].
O baralho padrão, com 52 cartas, vem da fusão dos elementos dos baralhos espanhol (ou italiano) e francês, com características acrescentadas pelos ingleses. Como os logotipos franceses eram mais simples de imprimir em larga escala, eles prevaleceram. Ainda assim, em português, mantiveram-se os nomes espanhóis dos naipes, que representam os quatro poderes sociais: taças (copas) remetem ao poder religioso; ouros, ao econômico; espadas, ao militar e os bastões (paus), armas rudes, representam o povo.
Super Interessante – edição 190, julho 2003 [adapt.].
Com base nos textos e em seus conhecimentos, é correto afirmar que, retirando do baralho padrão