Questão
Sprint USP - FUVEST
2022
1ª Fase
VER HISTÓRICO DE RESPOSTAS
4000256915
“A crise de 1929 e dos anos subsequentes teve sua origem no grande aumento da produção industrial e agrícola, nos Estados Unidos, ocorrido durante a Primeira Guerra Mundial, quando o mercado consumidor principalmente externo, conheceu ampliação significativa. O rápido crescimento da produção e das empresas valorizou as ações e estimulou a especulação, responsável pela ‘pequena crise’ de 1920-1921. Em outubro de 1929, a venda cresceu nas Bolsas de Valores, criando uma tendência de baixa no preço das ações, o que fez com que muitos investidores ou especuladores vendessem seus papéis. De 24 a 29 de outubro, a Bolsa de Nova York teve um prejuízo de US$ 40 bilhões. A redução da receita tributária que atingiu o Estado fez com que os empréstimos ao exterior fossem suspensos e as dívidas, cobradas; e que se criassem também altas tarifas sobre produtos importados, tornando a crise internacional”.

RECCO, C. História: a crise de 29 e a depressão do capitalismo. Disponível em www1.folha.uol.com.br/folha/educação/ult305u11504.shtml. Acesso em 26 out. 2008. (Adaptado). 

De acordo com o texto, é correto afirmar que a Crise de 1929 
A
repercutiu em todo mundo devido a dependência econômica em relação aos Estados Unidos, fortalecida pela Primeira Guerra Mundial e pelos prejuízos dela decorrentes.
B
foi o que causou a Primeira Guerra Mundial, ao prejudicar vários países, onde ideologias totalitárias militaristas ganharam força diante da descrença generalizada com a democracia liberal.
C
representou um fortalecimento do liberalismo praticado pelo governo norte-americano, que optou em não interferir na economia, favorecendo uma pequena elite burguesa capaz se sobreviver à crise.
D
foi gerada pelo boicote dos países socialistas que deixaram de importar produtos norte- americanos, quando eram seus principais consumidores, até que os Estados Unidos parassem de auxiliar contrarrevoluções pelo mundo.
E
não teve grande repercussão na América Latina, inclusive no Brasil, graças às políticas bolivarianas e nacionalistas o que garantia certa autonomia econômica desses países em relação aos Estados Unidos.