Na descrição que Monteiro Lobato faz da “Medicina da roça”, na obra “Urupês”, que lança o famoso Jeca Tatu, é possível compreender a visão do autor sobre essa prática em
A
é um conjunto de ações baseadas no conhecimento acumulado pelo povo que demonstra sua efetividade em algumas doenças mais simples, como a bronquite.
B
trata-se de práticas milenares adaptadas pela cultura popular, ineficazes em situações mais graves, como as dores no peito, mas que podem ser simpáticas em outras situações mais simples, como brotoejas.
C
é um conjunto de práticas sobrenaturais e místicas, baseado em heranças populares de base religiosa de matriz africana, que acaba conduzindo muitas pessoas à morte.
D
são crendices originadas na ignorância que levam, muitas vezes, a situações ridículas e infundadas, sem valor científico, podendo levar à morte dos enfermos.
E
trata-se de sabedoria popular desrespeitada socialmente, que poderia ter valor científico, inclusive para a medicina, caso se pudessem separar as crendices das ações efetivamente válidas para o tratamento dos enfermos.