Os homens espartanos eram exclusivamente soldados profissionais. Sua vida, integralmente modelada pelo Esta- do, era-lhe inteiramente dedicada. Aos sete anos o menino era entregue nas mãos do Estado; a educação consistia, sobretudo, em desenvolver a habilidade guerreira. Tornando-se adulto, ele passava a maior parte do tempo com seus companheiros de armas e devia participar da refeição comum.
(Moses I. Finley. Os primeiros tempos da Grécia, 1980. Adaptado.)
Na Grécia Antiga, a cidade-Estado de Esparta distinguia-se