Ao longo do desenvolvimento, os vertebrados vão perdendo a capacidade regenerativa, exceto a salamandra, que continua capaz de reproduzir partes completas do corpo durante toda a vida.
Os cientistas verificaram que, quando um membro dela é amputado, células epidérmicas migram para fechá-lo. Em seguida fibroblastos e células musculares migram em direção ao local da ferida. Essas células são revertidas a um estágio embrionário menos especializado, começam a se dividir e ocupar o broto do novo membro, chamado blastema. Conforme o blastema cresce, os contornos são formados e as células embrionárias proliferam e se diferenciam, dando origem a novos tecidos: ossos, músculos e assim por diante.
O progresso rumo à regeneração de partes importantes dos organismos, como acontece com a salamandra, pode revolucionar o tratamento de amputações e ferimentos graves no ser humano.
Scientific Americam Brasil, n° 72, Maio de 2008 [adapt.].
Com base no texto e em seus conhecimentos, é INCORRETO afirmar que