Ao longo dos seus 120 anos de história, o Vasco da Gama foi campeão sul-americano, da Libertadores, da Copa do Brasil, quatro vezes do Brasileirão e outras tantas do Carioca. Mas, nenhuma conquista no campo tem o mesmo peso de uma Carta que, de tão emblemática, está exposta na sala de troféus em São Januário.
A história foi a seguinte: A Associação Metropolitana de Esportes Athleticos (AMEA) impôs ao clube vascaíno a exigência de excluir 12 jogadores que, de acordo com os cartolas, não apresentavam “condições sociais apropriadas para o convívio esportivo”. O analfabetismo também foi uma das razões enumeradas pela liga para desqualificar parte do elenco campeão. Em 7 de abril de 1924, o então presidente do Vasco, José Augusto
Prestes, assinou o manifesto/carta que ficou conhecido como a Resposta Histórica, comunicando que o Clube se recusaria a disputar a divisão principal do Rio de Janeiro sem seus jogadores negros e pobres.
Vasco da Gama, o clube que abriu as portas do futebol para os negros. El País. 07/05/2019.
No que se refere à situação tratada no texto e seus conhecimentos sobre a formação social do Brasil, é correto afirmar que: