O mais legal do filme Nahid – Amor e Liberdade é o fato de deflagrar aos olhos ocidentais um Irã contemporâneo. Nahid é uma datilógrafa falida, divorciada, que se apaixona por um empresário que a pede em casamento e propõe vida confortável. Acontece que, pelas leis do país, se ela se casar de novo, perderá a guarda de seu filho, para o pai dele, seu ex-marido.
(Marcelo Quaz. “Incompatíveis, amores causam dor à iraniana”. Folha de S.Paulo, 31.07.2016. Adaptado.)
Inserindo-se a trama do filme no panorama da história internacional dos primeiros decênios do século XXI, observa-se: