“A medicina egípcia foi muito afamada no mundo antigo; terapeutas de diversas nacionalidades vinham ao Egito aperfeiçoar seus conhecimentos. Não só as mulheres tinham acesso às profissões médicas, como também uma certa dama Peseshet, do antigo Egito, foi nomeada superiora dos médicos, vendo-se assim à frente dos serviços de saúde do Estado. As mulheres podiam ser parteiras, enfaixadoras, massagistas, médicas, cirurgiãs; assim como homens, elas começavam a carreira como especialistas” (JACQ, Christian. As egípcias: retratos de mulher no Egito faraônico. RJ: Bertrand Brasil, 2000.).
De acordo com o texto e com o contexto do Egito Antigo, é possível afirmar que: