Os membros dum domínio senhorial podiam ter carne todos os dias [...], a esposa [de um] próspero burguês podia usar açúcar da Sicília não como medicamento, sua utilização normal, mas como substituto do mel para adoçar. [...] De todos os produtos alimentares descobertos nas Américas antes da introdução da batata, mais tardia, o milho foi o de maior procura; com a sua introdução, [por volta] de 1500, começou a espalhar-se da Espanha para a França, Itália, até aos Balcãs.
(John R. Hale. A Europa durante o Renascimento: 1480–1520, 1983.)
O excerto descreve