Questão
Sprint USP - FUVEST
2023
Não se aplica
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Um processo comum de adulteração do leite envolve sua diluição com água. A detecção dessa prática fraudulenta pode ser realizada medindo-se a quantidade de proteína na amostra de leite. Cientistas do CENA-USP (Centro de Energia Nuclear na Agricultura da Universidade São Paulo) descobriram que as proteínas do leite podem ser precipitadas com sulfato de cobre em meio salino por efeito dos íons Cu²⁺. 

Suponha que uma amostra de 1L de leite não adulterado foi tratada com uma certa quantidade de sulfato de cobre, de modo que toda a proteína presente na amostra fosse precipitada. Se a mesma quantidade de sulfato de cobre for utilizada em 1L de uma amostra de leite adulterado por diluição, qual será a concentração de Cu²⁺ na solução remanescente? Além disso, considere que a titulação de 10 mL da solução remanescente ocorre quando 25 mL de EDTA 0,01 mol/L são utilizados para complexar o Cu²⁺, e a estequiometria de Cu²⁺ com EDTA é de 1:1.
A
Maior, pois a adulteração do leite reduz a quantidade de proteína que pode se ligar ao Cu²⁺, deixando mais Cu²⁺ livre na solução. A concentração de Cu²⁺ é de 0,025 mol/L.
B
Menor, pois a adulteração do leite aumenta a quantidade de água que pode se ligar ao Cu²⁺, deixando menos Cu²⁺ livre na solução. A concentração de Cu²⁺ é de 0,025 mol/L.
C
A mesma, pois a quantidade de sulfato de cobre adicionada é constante, independentemente da quantidade de proteína no leite. A concentração de Cu²⁺ é de 0,025 mol/L.
D
Maior, pois a adulteração do leite reduz a quantidade de proteína que pode se ligar ao Cu²⁺, deixando mais Cu²⁺ livre na solução. A concentração de Cu²⁺ é de 0,02 mol/L.
E
Menor, pois a adulteração do leite aumenta a quantidade de proteína que pode se ligar ao Cu²⁺, deixando menos Cu²⁺ livre na solução. A concentração de Cu²⁺ é de 0,025 mol/L.