Os romanos ricos tinham um estilo de vida luxuoso sob quaisquer padrões, antigos ou modernos. O imperador, (...) estava na parte mais alta do espectro, superando até os super-ricos. Sua fortuna tinha por base as rendas das vastas propriedades imperiais espalhadas por todo o mundo romano, que passavam de um governante ao seguinte e incluíam minas e propriedades industriais, além de fazendas; um fator que aumentava sua fortuna eram as linhas nebulosas entre as finanças do Estado e as do próprio imperador; e também – pelo menos, às vezes, essa era a acusação – várias formas de apropriação, como heranças compulsórias, quando o dinheiro em caixa ficava mais curto.
BEARD, M. SPQR: uma história da Roma Antiga. São Paulo: Planeta, 2017. p.534. Adaptado.
Ostentar a riqueza era uma prática comum entre os romanos ricos e também praticada pelos imperadores. A ostentação da riqueza relacionava-se: