Questão
Universidade de Taubaté - UNITAU
2023
1ª Fase
VER HISTÓRICO DE RESPOSTAS
4000276352
Os romanos ricos tinham um estilo de vida luxuoso sob quaisquer padrões, antigos ou modernos. O imperador, (...) estava na parte mais alta do espectro, superando até os super-ricos. Sua fortuna tinha por base as rendas das vastas propriedades imperiais espalhadas por todo o mundo romano, que passavam de um governante ao seguinte e incluíam minas e propriedades industriais, além de fazendas; um fator que aumentava sua fortuna eram as linhas nebulosas entre as finanças do Estado e as do próprio imperador; e também – pelo menos, às vezes, essa era a acusação – várias formas de apropriação, como heranças compulsórias, quando o dinheiro em caixa ficava mais curto. 

BEARD, M. SPQR: uma história da Roma Antiga. São Paulo: Planeta, 2017. p.534. Adaptado.

Ostentar a riqueza era uma prática comum entre os romanos ricos e também praticada pelos imperadores. A ostentação da riqueza relacionava-se:
A
À recusa por investimentos produtivos pelos ricos romanos, pois a aquisição de recursos econômicos era realizada exclusivamente por meio das conquistas territoriais.
B
À estrutura econômica do império romano, que priorizava a obtenção de riqueza mediante a exploração do trabalho de pessoas escravizadas durante as conquistas.
C
A uma prática social relacionada à busca do prestígio, pois a demonstração de riqueza evidenciava a capacidade de controlar a própria vida e de dispor livremente dos recursos econômicos.
D
À competição entre os ricos romanos e o imperador para demonstrar que a posse da riqueza tornava esses cidadãos isentos das obrigações para com as leis, exclusiva para os pobres do império.
E
À resistência às críticas promovidas por sacerdotes e religiosos que clamavam por um estilo de vida modesto e dedicado à adoração aos deuses.