A ruptura de Henrique VIII com a Igreja foi muito mais política do que doutrinal. A primeira das grandes transformações produzidas por ela foi política, pois o rei converteu-se na Cabeça Suprema da Igreja da Inglaterra, que se declarou autossuficiente “sem a ingerência de pessoas estranhas”. A propriedade eclesiástica passou para as mãos do Estado, mas foi em grande parte transferida para proprietários laicos.
(Asa Briggs. História social da Inglaterra 1994. Adaptado.)
A partir da análise do texto, é correto afirmar que