Dia do Museólogo: 7 filmes sobre museus para usar na redação
Cena do filme “Uma Noite no Museu”. Foto: Copyright Twentieth Century Fox/Divulgação

Dia do Museólogo: 7 filmes sobre museus para usar na redação

Veja 7 filmes sobre museus para comemorar o dia do museólogo, compreender a importância dessas instituições e aprimorar a sua redação

No dia 18 de dezembro, celebra-se o Dia do Museólogo, profissional fundamental para a preservação da memória, da identidade e do patrimônio cultural de uma sociedade. 

Mais do que cuidar de acervos, o museólogo atua como mediador entre passado e presente, organizando narrativas históricas, promovendo educação cultural e garantindo que bens materiais e simbólicos sejam acessíveis às diferentes gerações. 

Em um país marcado por desigualdades no acesso à cultura e por recorrentes episódios de descaso com a preservação histórica, refletir sobre o papel dos museus torna-se ainda mais urgente.

A seguir, o Portal Estratégia Vestibulares listou 7 filmes sobre museus, que ajudam a compreender a importância social dessas instituições e, consequentemente, do trabalho do museólogo. Confira e melhore seu repertório sociocultural para as redações dos vestibulares!

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1 – Uma Noite no Museu (2006)

O filme acompanha Larry Daley (Ben Stiller), um vigia noturno que descobre que, durante a madrugada, as peças de um museu de história natural ganham vida. Figuras históricas, animais empalhados e personagens de diferentes épocas passam a interagir entre si, criando situações cômicas, mas também revelando conflitos, aprendizados e diálogos entre passado e presente.

Embora seja uma comédia, o filme contribui para discutir a função social dos museus. Ao “ganhar vida”, o acervo mostra que a história não é algo morto ou distante, mas dinâmica e capaz de dialogar com o presente. 

Esse repertório pode ser usado em temas sobre educação, valorização da cultura e democratização do conhecimento, especialmente ao reforçar que museus também podem ser espaços de aprendizagem acessíveis e atraentes.

2 – O Código Da Vinci (2006)

A trama acompanha o simbologista Robert Langdon (Ben Hanks), envolvido em uma investigação que começa no Museu do Louvre, em Paris, após o assassinato de um curador. Obras de arte, símbolos religiosos e enigmas históricos conduzem a narrativa, que mistura ficção, história e religião, explorando o valor simbólico das peças preservadas em museus.

Como repertório para redações, o filme permite discutir o museu como guardião de patrimônios culturais que concentram disputas de interpretação histórica e simbólica. Pode ser articulado a temas como circulação do conhecimento, leitura crítica da história, preservação cultural e o papel das instituições museológicas na mediação entre passado e presente

3 – Francofonia (2015)

Dirigido por Aleksandr Sokurov, o filme mistura documentário e ficção para retratar o Museu do Louvre durante a ocupação nazista na Segunda Guerra Mundial. A obra destaca o diálogo entre um oficial alemão e o diretor francês do museu, ambos empenhados em proteger o acervo artístico em meio à guerra, evidenciando tensões políticas e éticas.

Nas redações, é um repertório para discutir memória histórica, guerras e responsabilidade do Estado na preservação do patrimônio cultural. O filme reforça que museus não são neutros, já que em momentos de crise, tornam-se espaços de resistência simbólica e disputa de poder, o que pode enriquecer argumentos sobre identidade nacional e memória coletiva.

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4 – Museu (2018)

Baseado em um caso real ocorrido no México, o filme narra o roubo de mais de uma centena de peças arqueológicas do Museu Nacional de Antropologia. A história acompanha dois jovens de classe média que executam o crime, expondo falhas institucionais, desigualdades sociais e o contraste entre o valor simbólico e o valor de mercado das obras.

Esse filme pode ser utilizado nas redações para falar de patrimônio cultural, segurança, negligência estatal e mercantilização da cultura. Também permite refletir sobre desigualdade social, acesso à cultura e sobre quem se beneficia economicamente da arte, ampliando o debate sobre preservação e responsabilidade social.

5 – A Dama Dourada (2015)

O filme retrata a luta de Maria Altmann (Helen Mirren) para recuperar um famoso quadro de Gustav Klimt, roubado de sua família pelo regime nazista e mantido por décadas em um museu austríaco. A narrativa aborda o trauma do Holocausto e o embate jurídico e moral em torno da posse da obra.

Nas redações, o filme é repertório para discutir justiça histórica, memória coletiva e ética museológica. Ele contribui para debates sobre a devolução de obras roubadas em contextos de violência, além de permitir reflexões sobre o papel dos museus na reparação histórica e na preservação da dignidade das vítimas de regimes autoritários.

6 – Caçadores de Obras-Primas (2014)

Ambientado na Segunda Guerra Mundial, o filme acompanha um grupo de curadores, historiadores e arquitetos encarregados de localizar e salvar obras de arte roubadas ou ameaçadas pelo regime nazista. A narrativa destaca o esforço para proteger a herança cultural europeia em meio à destruição da guerra.

Como repertório de redação, o filme sustenta a tese de que destruir a cultura de um povo é uma forma de apagar sua identidade. Ele pode ser relacionado a tragédias contemporâneas, como o incêndio do Museu Nacional do Rio de Janeiro (2018), reforçando a urgência da preservação do patrimônio histórico e cultural como elemento essencial da civilização.

7 – Pantera Negra (2018)

O filme se passa no fictício reino africano de Wakanda, uma nação tecnologicamente avançada que, por séculos, manteve-se isolada do restante do mundo para proteger o valioso metal vibranium. 

Após a morte do rei T’Chaka, seu filho T’Challa assume o trono e o manto do Pantera Negra, sendo obrigado a enfrentar conflitos internos e externos que colocam em xeque o futuro do país. 

Logo no início do filme, o vilão Erik Killmonger visita um museu europeu e questiona a curadora sobre a origem de artefatos africanos expostos, denunciando o saque colonial e a violência histórica envolvida na formação desses acervos.

Nas redações, esse repertório é ideal para discutir imperialismo, herança colonial e a ética na posse de obras históricas. O filme permite levantar questionamentos centrais, como: a quem pertence a história? Museus europeus devem devolver obras aos países de origem? Assim, contribui para reflexões críticas sobre repatriação cultural, identidade e justiça histórica.

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